Às vezes, em meio ao caos e aos dissabores da vida, nos damos conta da Presença, de algo em nós que observa, algo que atravessa todas essas camadas do ser. E, nesse instante eterno, nessa Presença, percebe-se um riso, como uma Monalisa despretensiosa, que simplesmente ri pelo prazer de Ser. Uma criança, como que pega ao xeretar, ao ser percebida, simplesmente ri pois é puro Amor. Um riso não exatamente como uma escolha ou reação, mas como um estado natural de ser.
A Fonte é uma criança traquina.