
Eu estou aqui em desdobramento mental e, assim que eu abro o campo, um ser translúcido aparece diante de mim. Ele se aproxima e já começa a se apresentar, como se estivesse assumindo a condução do que eu vou ver agora.
Em seguida, dois nomes surgem com muita clareza na minha tela mental: o primeiro é Cartagã e o segundo é Adani.
Cartagã se mostra primeiro. A energia dele é azulada com reflexos prateados, como se fosse um azul metálico que se mistura com prata. A vibração é extremamente genética, científica, uma assinatura de quem trabalha com estruturação de vida, DNA, biologia em níveis muito avançados.
Logo depois, Adani vem para a frente. A energia dele é rosada, mais gelatinosa, mais maleável, mas tão complexa quanto a de Cartagã. Eu percebo que o foco dele não é exatamente o mesmo. Enquanto Cartagã vibra na linha de projeto genético, Adani atua na parte técnica de testes biológicos.
Eu vejo agora o ambiente que Adani está me mostrando: É como um centro de treinamento misturado com tecnologia avançada. Existem cabines, estruturas que lembram câmaras, painéis flutuantes, consoles. Tudo parece vivo, interagindo com os seres que entram ali.
Ele me passa a sensação de que a função dele é testar como certos equipamentos, frequências ou tecnologias se acoplam à biologia de diferentes espécies. É como se ele estivesse sempre comparando: “Como esse aparato responde a essa forma de vida?” “Como esse tipo de corpo reage a essa vibração?”
Os painéis que aparecem para mim são lindos e, ao mesmo tempo, difíceis de descrever. Não são telas planas como as nossas. São como desenhos de luz que começam dentro de uma camada de névoa e saltam para fora em 3D, como projeções formadas por fumaça luminosa. Cada figura, cada padrão, funciona como um código. E esse código, quando acionado, é como um botão energético que liga determinados equipamentos e ativa processos na matéria biológica.
Eu sinto claramente: Adani é um técnico de alta precisão, ligado à organização de matéria biológica, testes, ajustes, adequação entre biologia e tecnologia.
Enquanto isso, Cartagã fica mais ao fundo, observando. E de repente, algo interessante acontece: Adani assume a linha de frente, se sobrepõe, e a energia dele é a que gira o campo agora.
É nesse momento que surge, com muita força, a menção a Órion.
Ele está me mostrando Órion, mas não da forma como normalmente ouvimos na Terra. Ele mostra o seguinte: Eles, Cartagã, Adani e outros do mesmo grupo, são responsáveis por aspectos biológicos e genéticos que antecedem aquilo que nós chamamos hoje de "seres orianos".
É como se eles estivessem antes da história conhecida. Eles atuam na preparação da biologia, do DNA, do ambiente para que uma raça oriana possa existir. Eles se colocam como observadores, geneticistas, criadores e ajustadores dentro de um sistema muito maior, que tem a ver com aquilo que chamamos de Órion, mas que antecede o que normalmente é contado.
Ao mesmo tempo, ele me mostra uma cena da Terra e dos seres regentes da Terra, aqueles que organizam o Projeto Terra. E me mostra que eles também fazem algo semelhante em outro contexto, em outro sistema , no caso, ligado a Órion.
Ele usa para mim a palavra: Regentes. Eles são regentes de um processo.
E ele me pede agora para não comparar automaticamente o que eu vejo de Órion com o que a gente já acessou da Terra, porque são sistemas completamente diferentes, com químicas diferentes, leis físicas diferentes, projetos completamente distintos.
Ele reforça: As leis da física que regem a Terra não são as mesmas que regem certos setores de Órion. E as leis que regem Órion também não são exatamente as mesmas que regem outras partes do nosso sistema solar. Por isso, muitas coisas que os cientistas observam parecem “estranhas” ou “contraditórias”. É porque as leis se modificam de um sistema para outro.
Ele também me mostra algo muito forte sobre dualidade. Aquilo que nós entendemos na Terra como dualidade, luz e sombra, bem e mal, positivo e negativo, não funciona da mesma forma em Órion. Lá, além das forças opostas, existe um outro tipo de força, um outro sistema atuando, que não tem paralelo direto com o que nós chamamos de dualidade aqui.
Enquanto ele fala disso, eu vejo duas imagens sobrepostas de Órion: Em uma, existe guerra, destruição, extinção, fuga de sobreviventes para outros planetas, outras estrelas, até outros universos. Em outra, Órion continua existindo, em um estado totalmente diferente.
Ele começa então a me mostrar aquilo que ele chama de sistema de bolhas. Eu vejo claramente várias bolhas de realidade coexistindo. Ele mostra que existem pelo menos sete realidades paralelas de Órion, sete “bolhas”, cada uma com uma linha de história própria.
E ele diz: Todas essas sete realidades tiveram trajetórias diferentes. Nem todas passaram por guerra, colapso e destruição. Algumas seguem em paz, avanço e expansão. Outras seguem para caminhos tecnológicos diferentes. Cada bolha manifesta um desfecho distinto.
Eu pergunto: “Por que então nós, na Terra, só acessamos a história de guerra e destruição de Órion?”
E ele responde claramente: Por frequência.
A Terra está sob uma frequência regente que condiciona o que a nossa consciência consegue acessar. É como se existisse um corredor com sete portas, mas o nosso campo de percepção só tivesse luz suficiente para enxergar uma porta. As outras seis portas estão lá, mas a nossa visão fica escura antes de alcançá-las.
Ele me mostra que o mesmo acontece com muitos habitantes de Órion: Nem todos têm consciência, em determinados momentos, de que existem outras seis realidades onde fractais deles mesmos estão vivendo outras experiências.
Ele reforça que o número 7 é muito importante dentro do Projeto Órion. Esse número traz um equilíbrio específico para aquele sistema. Não é que “sete” seja uma regra universal igual em todos os lugares, mas para Órion, o sete é um número de equilíbrio, um número estrutural.
Quando ele me mostra a Terra, é diferente. Ele mostra muito mais do que sete bolhas de realidade paralela para o Projeto Terra. Então, ele pontua: Cada sistema, cada estrela, cada planeta tem seu próprio arranjo de realidades paralelas, seus próprios números, de acordo com o projeto e a regência daquele lugar.
Agora ele volta para as bolhas de Órion e foca em uma em especial: a quinta realidade, a quinta bolha.
Essa quinta realidade não é um planeta, nem uma civilização como as outras. Ela funciona como um supercomputador energético. Ela armazena e sustenta as memórias de todas as outras seis realidades de Órion.
Eu vejo de novo a imagem tipo Matrix, mas totalmente colorida. Códigos se movendo vertical e horizontalmente, cenas se repetindo em seis versões diferentes, tudo acontecendo ao mesmo tempo. Ele mostra a mesma cena de Órion sendo vista em seis realidades diferentes, com seis resultados distintos.
Ele deixa claro: O que eu estou acessando desse quinto campo é apenas a parte que eu sou capaz de compreender agora. É como se eu tivesse diante de mim um sistema de última geração, mas a minha consciência, hoje, só tivesse “permissão” e “software interno” para abrir algo equivalente a um Windows XP , uma camada mais simples, mais superficial.
O resto está lá, mas eu ainda não tenho consciência e tecnologia interna para decodificar.
Depois disso, ele me leva para outra bolha, que ele destaca como a bolha 3.
Na bolha 3, eu vejo órianos que expandem tanto a consciência que conseguem abrir cápsulas internas de genética e consciência que foram colocadas neles por uma espécie muito mais antiga, ligada a Cartagã.
Ele explica que a espécie de Cartagã é muito mais antiga, com bilhões de anos de diferença em relação à espécie oriana. Cartagã vem de um lugar tão distante que, para mim, parece até fora deste universo.
Eu percebo que, na estrutura genética dos órianos, pelo menos 70% do material genético e energético vem dessa espécie de Cartagã. É como se ele tivesse doado material de criação, como semente de base, e essa semente, ao longo de bilhões de anos, fosse sendo ativada.
Quando esses órianos da bolha 3 atingem maturidade suficiente, eles começam a abrir essas cápsulas internas. Eles não fazem isso de forma aleatória; tudo é extremamente planejado e respeita o equilíbrio do sistema.
Ele insiste muito nisso: Nada é ativado antes da hora. Se você abre uma cápsula fora do momento certo, você desequilibra todo o sistema.
Então, esse processo leva o que nós chamaríamos de bilhões de anos de amadurecimento, até que eles possam, com segurança, trazer à tona essas capacidades.
Quando isso acontece, esses órianos passam a manipular forças que vão além da nossa imaginação.
Eu vejo imagens de buracos negros, de colisões de estrelas, de energia sendo ejetada em jatos imensos. E eles me mostram que conseguem captar, armazenar e utilizar essa energia como força criadora.
Eles acessam a matéria primordial, aquilo que é o vazio e o tudo ao mesmo tempo. É como se eu visse uma substância escura e, ao mesmo tempo, luminosa , não dual, não separada. No mesmo “lugar” existe branco e preto, vazio e cheio, criação e destruição, tudo junto.
Ele deixa claro: Isso não é dualidade. Não são duas forças opostas brigando. É uma única força geradora, a base criadora de tudo. Dessa base, eles são capazes de co-criar novos sistemas, novas paralelas, novas dimensões.
Agora ele volta e toca num ponto que impacta diretamente a nossa visão de ciência.
Ele diz que nós, na Terra, não dominamos a matéria. Nós observamos, medimos, classificamos, mas ainda não sabemos moldar a matéria conscientemente. Por isso, as nossas leis físicas são, na maioria das vezes, superficiais diante do que realmente existe.
Ele me lembra dos estados da água: Durante muito tempo, achávamos que eram apenas alguns. Depois percebemos que havia mais estados, sob outras condições. Da mesma forma, as leis da física também têm outros estados, outras profundidades, outras versões aplicadas a outros contextos.
Enquanto ele fala disso, ele mostra como muitos cientistas acabam dando nomes e explicações provisórias para fenômenos que eles não conseguem compreender , especialmente quando encontram corpos, asteroides ou objetos que não obedecem as leis que conhecemos.
Então, para não perder a sensação de controle e autoridade, o sistema precisa “explicar” tudo, mesmo que a explicação não esteja completa. Ele me mostra isso ligado também a interesses de segurança, poder e geopolítica.
Em seguida, ele muda o foco de novo e me mostra algo que parece uma nuvem elétrica, com formas que ondulam e se organizam em padrões geométricos mutantes.
Ele explica que isso são IONAS iniciáticas: Consciências primordiais sendo trabalhadas e preparadas para, em algum momento, participarem de experiências em corpos e sistemas físicos.
Eu vejo isso como centros de formação de ionas, campos específicos do cosmos onde essas consciências são estimuladas, nutridas, moduladas. É um tipo de engenharia primordial, um trabalho de criação em nível de essência.
Não é um planeta. Não é uma estrela. Não tem forma fixa. É consciência pura, suspensa, atuando como matéria de cocriação.
Ele mostra que essa mesma substância primordial , esse “meio” , é a base de tudo o que pode existir. É como se pequenas gotas dessa energia fossem suficientes para gerar um universo inteiro.
Daí ele puxa de novo para o ponto dos cientistas: Muito do que eles chamam de nebulosas, campos estranhos, anomalias, na verdade são expressões desse tipo de energia atuando em outros quadrantes sob outras leis.
Ao trazer isso para um quadrante específico, a energia precisa respeitar as leis daquele quadrante. Por isso, a mesma substância primordial pode gerar resultados completamente diferentes, dependendo do ambiente em que é aplicada.
A conversa segue, e ele começa a falar sobre Terra, Lua, sistemas centrais, mestria, ordens, livros escondidos, ancestralidade do futuro, e toda a arquitetura por trás da nossa realidade…
E tudo isso que eu estou vendo agora, enquanto narro, está acontecendo em tempo real, à medida que eu abro espaço interno para acessar, traduzir e trazer isso para a linguagem humana.
Por Gisele Almeida