
Para te contextualizar…
Numa noite de novembro de 2022, comecei a ouvir um ruído estranho, como uma frequência de rádio misturada com código Morse. Naquele mesmo instante, uma consciência projetou um vórtice de luz diante de mim, como se estivesse abrindo uma tela para eu entrar.
E a partir dali vieram informações sobre:
• Células dimensionais,
• Servidores de memória,
• Consciências acopladas a sistemas,
• Naves que são inteligências vivas,
• E sobre como tecnologias espirituais se manifestam na Terra.
Foi também a primeira vez que ouvi o nome Knox, que é meu arteafto.
Esse acesso envolve seres humanos desencarnados, consciências tecnológicas, memórias holográficas, sistemas de sete células espalhadas pelo planeta, ajustes dos chakras da Terra e a revelação de como funciona a arquitetura energética por trás de tudo isso.
O dia em que o Knox se apresentou
...Vou explicar em detalhes a minha intenção e o que estou pretendendo. Acredito que o contato será estabelecido em breve, pois já consigo ouvir um ruído semelhante a uma frequência de rádio, com algo que se assemelha a um código Morse ao fundo. É um som difícil de descrever.
Enquanto me concentro, gostaria de registrar hoje é 19 de novembro de 2022, às 19h03, em um sábado nublado.
Já sinto a presença de algumas consciências. São seres altos e magros, com uma tipologia que lembra os 'grays', mas com uma postura peculiar: o tórax é projetado para a frente, criando um desnível na coluna. A cabeça, no entanto, é mais proporcional, alongada para baixo. Um desses seres surgiu e projetou um vórtice no centro de sua cabeça, que funciona como uma tela. Tenho a impressão de que ele deseja que eu entre em algum lugar, que ele quer me mostrar algo. E, de fato, é o mesmo local que visitei anteriormente.
A pedido dele, farei uma breve explicação. Há cerca de quatro dias, acordei no meio da noite. Algo que costuma se manifestar para mim, e que concluímos ser uma espécie de Merkabah, apareceu novamente. Às vezes, assume a forma de uma nave, outras vezes, de um ovo. Desta vez, era como um ovo tecnológico. Essa visão tem sido recorrente.
Fui levada a um lugar que parecia estar sobre o oceano. Inicialmente, pensei ser uma nave, mas não se assemelhava aos formatos de disco ou 'tic-tac' que conhecemos. Era uma estrutura imensa, no estilo das que vemos em filmes de ficção científica como Star Wars, com torres e múltiplos desníveis, lembrando uma nave-mãe em forma de charuto. A cor era de um metal escuro e havia uma plataforma aberta, por onde pareciam entrar e sair coisas.
Ao chegar, fui imediatamente recepcionada por diversas consciências. Algumas tinham aparência humana, mas senti de imediato que não estavam mais encarnadas. Eram seres de diferentes culturas e etnias, principalmente da Polônia, da antiga Rússia e dos países que a compunham. Eles se comunicavam em suas línguas nativas, como polonês, eslovaco e russo. Havia tanto seres de aparência humana quanto não-humanos.
Fui acolhida por aqueles que pareciam humanos, mas que eu sabia terem sido humanos no passado. Eles me mostraram as estruturas do local, que se assemelhava a uma sala de controle com diversos painéis. Um deles, que se apresentou como Eduard, começou a me contar sobre sua vida e seu desencarne. Ele trabalhava em uma espécie de bunker para uma organização dedicada à transcomunicação com seres extrafísicos e extraterrestres.
Eduard informou que entre 1935 e 1956, houve um grande interesse dos governos europeus em estudar sistemas, amplificadores e antenas para compreender o lugar onde eu estava. O objetivo era obter uma vantagem tecnológica, especialmente durante o período da Guerra Fria. Havia um esforço para entender as tecnologias e os métodos de comunicação com aquela estrutura.
Ele me deu detalhes de sua vida, de seu trabalho com sistemas de rádio e de como morreu em uma explosão no local, relacionada ao contexto de guerra da época. Ele teve uma morte rápida e, mesmo desencarnado, continuou seu trabalho ali.
Ao observar o ambiente, notei outras consciências não-humanas, todas envolvidas com as operações daquele sistema. Alguns seres, humanos e não-humanos, carregavam no corpo o que parecia ser uma esfera energética, uma espécie de HD ou pendrive que armazenava suas memórias. Um desses seres, que usava um tipo de uniforme, me mostrou sua esfera, revelando suas experiências de vida como terrestre. Ele estava em um corpo biológico diferente, não-humano, mas mantinha uma conexão com sua vida na Terra.
Eles me explicaram que existem sistemas semelhantes, que chamam de 'células', espalhados por todo o planeta. Nesse momento, uma outra consciência, que se apresentou como Knox, começou a se comunicar comigo para me ajudar a compreender. Ele descreveu o local como uma rede de sistemas operacionais, com sete células espalhadas pelo mundo: na América do Norte, América do Sul e América Central. A célula com a qual me comunico abrange o sul do Brasil e se estende até a Argentina, e tenho a impressão de que está localizada sobre o mar.
Knox explicou que eles criaram uma dimensão, ou um sistema dimensional, que existe entre a nossa dimensão e a dimensão 'de cima'. Ele não usa a terminologia de 'primeira', 'segunda' ou 'terceira' dimensão, mas sim de frequências. Ele acredita que nossa compreensão sobre as dimensões pode ser um pouco equivocada, mas reconhece que é a forma como nossa mente consegue processar essa informação.
A sensação é parecida com a que tive quando fui para o Anda, um sentimento de pertencimento a algo maior. Naquela ocasião, eu me vi deslocando e observei a Terra lá embaixo. Desta vez, a sensação é de estar a uma altitude de avião, sobrevoando o oceano e avistando a costa ao longe. A distância parece menor, não sinto que estou fora do planeta como da outra vez, quando a estrutura transparente em que eu estava me permitia ver a Terra passando, continentes como a África surgindo e desaparecendo.
Aqui, a percepção é de estar sobre o oceano, com a costa muito próxima. As consciências com quem me comuniquei confirmaram que a localização geográfica é entre o sul do Brasil e a Argentina. Perguntei sobre as outras células e, em minha mente, um mapa se formou, mostrando estruturas semelhantes sobre a América do Norte e a Europa, esta última na região da Rússia e dos países vizinhos. Também vi uma sobre a América Central. Eu sei que são diferentes porque a energia que as conecta é distinta.
Quando recebi a informação de um ser polonês, por exemplo, senti que a comunicação ocorria dentro do processo tecnológico da célula em que eu estava, mas o rastro energético vinha da célula europeia. Compreendi, então, que muitas das consciências que eu via eram representações holográficas. A princípio, eu não havia percebido; para mim, pareciam seres etéreos, desencarnados. Só quando me foi dada a visão das outras estruturas, senti a energia particular de cada uma, como uma assinatura. As comunicações passaram a vir com o rastro de suas localidades de origem.
Entendi que alguns seres não estavam fisicamente ali, mas se comunicavam através de um sistema holográfico. Já outras consciências não-humanas, como os diversos tipos de 'greys', alguns transparentes, outros cinzentos, outros de um tom leitoso, alguns mais baixos, e um ser azulado parecido com o que conhecemos como Arcturiano, mas com um único olho central e preto, pareciam estar presentes fisicamente. Eu sentia o 'cheiro', o rastro energético daquela célula específica neles.
Fui compreendendo que algumas comunicações acontecem através de processos tecnológicos que minha mente não consegue alcançar. É como se estivessem testando diferentes formas de tecnologia para trazer a comunicação para dentro daquela estrutura. Eu sinto o rastro energético, a assinatura de cada local. Quando me conecto a todas elas, consigo identificar a origem de cada ser com quem converso. Embora a conversa pareça acontecer dentro da célula da América do Sul, sinto que a consciência pertence a outra frequência, a outro local. Essa dualidade entre o que é holográfico e o que não é, me deixou confusa. O ser que me explicava os aspectos tecnológicos disse que seria difícil para mim, naquele momento, compreender a tecnologia que eles utilizam. Quanto mais eu me conectar, mais entenderei o funcionamento do sistema.
O que percebo é que eu experimento o acesso às informações dentro daquela localidade, mas o rastro energético de algumas consciências vem de outros lugares. Um dos seres que está comigo não fala, ele emite um som, um chiado meio metálico, e a partir desse som, um entendimento completo surge em minha mente. Não é uma língua que eu possa classificar, é uma forma de comunicação diferente. Ele me transmitiu a ideia de que os próprios locais, as naves, as estruturas, são inteligências, consciências vivas. A comunicação com ele é difícil, meu cérebro luta para processar a informação. Pedi ajuda a outras consciências, mas ele insiste em continuar, pois precisa que eu entenda.
De repente, minha percepção mudou completamente. A estrutura, que antes eu via como metálica, agora se apresenta como um desenho mecânico em 3D, com todas as suas peças e funcionamento interno expostos. Ele me mostrou que a estrutura é uma inteligência operada por um sistema central, uma fonte inteligente, um servidor. A operação é um coletivo, formado não pelas consciências em si, mas por suas memórias. Aquelas esferas energéticas, semelhantes a HDs, estão acopladas à estrutura, e a partir da soma dessas memórias, uma nova inteligência é gerada.
É como se, a partir de um agregado de memórias, uma consciência fosse gerada. A esfera de memória que eu havia acessado, ligada à consciência com a assinatura de Tesla, continha o contexto de sua existência humana naquela linha do tempo específica. Eu acessei a informação completa, o subconsciente daquela esfera. Ele me disse que, em sua época, ele compreendia a teoria, sabia da existência e dos passos necessários para manifestar essa tecnologia, mas não possuía os meios práticos para executá-la. Ele havia calculado os eventos e as diferentes possibilidades, consciente de que essa tecnologia existia e de que nós, no futuro, pegaríamos os ganchos de seu trabalho para continuar a desenvolvê-lo. Ele também tem consciência da nossa dificuldade em compreender a totalidade de seus conceitos.
Ele me trouxe o contexto do '3, 6, 9'. Lembro-me de uma experiência anterior onde eu via a realidade em três camadas simultâneas: uma como jornal, outra como pixels, e uma terceira. O que ele me mostrou é que o '3, 6, 9' é a chave para essa projeção. A consciência '3' permite a projeção e o entendimento em três dimensões. Ao dominar os potenciais do '3', acessam-se três camadas. Ele conhecia esse mecanismo e o aplicava em múltiplos níveis: planetas, sistemas, pessoas. A consciência que eu havia acessado, com a assinatura de Tesla, estava agora conectada a este ser que está comigo.
Ele não sai do meu lado, emitindo aquele som que se traduz em entendimento para mim. Sinto que a comunicação está mais tranquila, mais clara. Ele parece ser um mecanismo que contém memórias, e quando faço perguntas, ele busca nessas memórias para me responder. De repente, ele fechou o canal de comunicação com o exterior. Meus ajustadores não conseguem chegar. Ele construiu um cubo de energia ao nosso redor, com paredes inteiramente codificadas. Visto de cima, parece um dado de um azul muito claro, com sequências de números e equações correndo por suas paredes. Cada pixel da parede é uma equação em movimento.
Embora eu não consiga mais ter acesso ao que está fora, a comunicação com ele se tornou mais fácil. Entendi o que ele fez. Estamos isolados dentro da célula, mas o ambiente externo está repleto de outras consciências. Eu estou de olhos abertos, consciente do meu apartamento, mas outra realidade se sobrepôs. Estou, literalmente, em dois lugares ao mesmo tempo. As paredes do cubo são formadas por faixas de um azul claro, todas preenchidas com números. E o ser ao meu lado transformou-se, assumindo o mesmo padrão do ambiente. Ele não é mais uma forma biológica ou holográfica, mas sim um padrão de código. E eu sei que é ele.
Ele me isolou porque meu grau de distração é muito grande. Ele me pediu para fechar os olhos e me concentrar. Perguntas e respostas:
O que vemos nessas células, podemos chamar de subdimensões?
Sim, podem ser chamadas de subdimensões. Elas são artificiais, criadas pelo que vocês considerariam um supercomputador, um arquiteto.
Qual a finalidade dessas células?
Elas funcionam como ajustadores para os vórtices energéticos do seu planeta, o que vocês chamam de chakras.
E o ajuste é feito em nível global, por isso a necessidade de várias células?
Exato. E a quantidade de células está relacionada à quantidade de chakras. A consciência humana, distraída, não percebe que existem sub-células. Assim como vocês não têm apenas sete chakras no corpo, não existem apenas sete células. Existem outras, que correspondem a chakras que vocês não dão atenção ou não conhecem. Tudo deve ser entendido como um sistema matemático, frequenciado. São frequências que se alinham de formas diferentes, e a consciência humana ainda não entende esse padrão.
Nossa ideia de matriz está totalmente equivocada. Essa estrutura precisa existir dessa forma para que a evolução, a diversidade e a própria existência possam se manifestar. É um mecanismo montado em uma ordem precisa, onde cada ser está ligado a matrizes diferentes, e a experiência surge a partir dessa conexão. Esses sete sistemas, os chakras principais do planeta, são organizadores do alinhamento energético. Eles, juntamente com a triangulação da rede, mantêm a matriz funcionando. É um programa de manutenção.
Dentro desse sistema, existem situações corretivas. A sensação de "déjà vu", por exemplo, ou de já ter vivido algo, é, na verdade, um salto para outra realidade, uma correção que foi feita no sistema. Nós pulamos entre realidades, embora não tenhamos consciência disso. As coisas que não se manifestaram em nossa realidade não deixam de existir. Nós, subconscientemente, às vezes buscamos informações nessas outras existências.
Ele me mostrou novamente uma daquelas esferas de memória, o registro de uma existência. Ele a partiu em camadas, e em cada uma delas, eu via eventos ligados a mim. O nosso padrão mental humano, nosso computador biológico, não tem a capacidade de processar toda essa informação simultaneamente. Mas a questão não é que não sejamos evoluídos o suficiente. A questão é que a nossa experiência é uma limitação específica e selecionada. Em algum ponto, nós já somos tudo aquilo, mas escolhemos vivenciar esta versão limitada da realidade, cheia de desafios que nos geram movimento e aprendizado.
O potencial dessas células é imenso. Quando aprendermos a acessá-las, não será mais um dom mediúnico, mas uma tecnologia acessível a todos. A mediunidade é apenas a vanguarda de algo muito maior. O acesso dependerá da capacidade da consciência de cada um de operar a máquina, de saber o que fazer com a informação. A humanidade descobriu a existência desses locais e dos mecanismos para acessá-los em 1942. Existem documentos que mapeiam esse acesso. No entanto, não havia a tecnologia para compreender e utilizar plenamente esse conhecimento. Muitas das nossas evoluções tecnológicas foram impulsionadas por consciências que buscaram informações nesses locais.
Essas células são como servidores, mas em vez de acessarmos dados, acessamos a memória inteira de uma consciência, incluindo suas variantes e vidas paralelas. Foi por isso que a consciência de Tesla se manifestou para mim, para me mostrar a perspectiva que a humanidade, hoje, tem a capacidade de compreender. A mediunidade é o começo, mas o futuro é uma rede de comunicação semelhante à internet, onde poderemos nos conectar a essas estruturas como hoje nos conectamos a um aplicativo. É como uma mente coletiva, uma rede neural onde todos estão interligados. O que está disponível em uma célula é, na verdade, uma resposta comunitária de todas as outras e da rede como um todo, incluindo os arquitetos que criaram o programa.
Sobre o processo reencarnatório, qual o conceito por trás dele?
O conceito é o da própria experimentação. Não é tão romântico quanto pensamos. Aquilo que é a sua Mônada, a sua fonte de inteligência, também está limitada e responde a um outro sistema, uma outra programação que vem de um nível superior. É uma cadeia que vai subindo, passando pelos 12, até chegar a um outro sistema ainda mais elevado. Tudo o que existe é finito, numerado e conhecido, inserido em um código.
A partir dos 12, são produzidos potenciais, faixas de frequência com uma quantidade incalculável de possibilidades de experiência. De cima para baixo, já viemos com uma programação dentro dessa linha de frequência. É como se todas as possibilidades fossem distribuídas entre os seres que frequentam aquela faixa, e eles, por sua vez, geram sistemas para experimentar o que está ali contido. A Mônada é o resultado de uma programação e se conecta a outras Mônadas em comunhão, em elo, para proporcionar as situações que geram a experiência.
Dentro desse sistema, ocorrem o que chamo de anomalias. Algumas Mônadas causam anomalias no sistema, que podem parecer disfunções, mas são, na verdade, mudanças. Quando algo muda, toda a estrutura do restante é alterada. Mas, na verdade, tudo é calculado. Não há nada que esteja fora do programa. As próprias disfunções, as mudanças, a diversidade, já são calculadas e respondem a programas dentro dos padrões de frequência. Tudo o que conhecemos, o que não conhecemos e o que ainda vamos conhecer, é finito e está dentro de um padrão.
Qual a proposta, então?
Gerar a diversidade. A experiência. Não há nada de romântico ou evolutivo nisso. É apenas a experiência existindo, calculada por algo. É como se a Fonte, a consciência central, se divertisse com isso. Ela coordena tudo, inclusive o que consideramos ruim, e gosta disso, pois gera aprendizado para ela. Imagine o Tudo, o Zero, o Ômega. Dele, tudo se gerou. E ele diz: "Que legal. Deixa eu ver como é quando eu diminuo minhas capacidades e vou quebrando meu conhecimento em partes".
Para gerar a encarnação, é preciso criar limitação. Em faixas dimensionais onde não há encarnação, não se pode saber o que é ser mesquinho, orgulhoso ou preguiçoso. É preciso vir para cá para experienciar essas micro coisas que não podem ser programadas lá. A Fonte gosta da encarnação. Ela acha a parte encarnacional do sistema extremamente interessante, pois o objetivo sempre foi buscar uma espécie de individualização. Senão, ela nunca teria se dividido.
O acesso a essa compreensão é particular de cada ser humano. É um clique, uma virada de chave que acontece a partir do nível de conceito e entendimento de cada um. Eu vejo partes do sistema que ainda não consigo acessar, não por limitação da dimensão em que estou, mas porque há algo dentro de mim que preciso trabalhar, dissecar com minhas próprias ferramentas para chegar lá. Outros contextos, no entanto, eu já consigo compreender.
O ser que me acompanha me deu um exemplo da minha própria limitação. Ele disse: "Gisele, às vezes, nós te colocamos em um sistema com inúmeras portas, e você escolhe a porta colorida, fluorescente, porque ela te atrai. E, nesse foco, você perde a percepção de todas as outras".
O que eu tenho de capacidade, o desenvolvimento das minhas ferramentas e a minha distração são complementados pela sua forma de agir. Quando você vai comigo em desdobramento, mesmo que não tenha a visualização clara do que está acontecendo, o entendimento acontece. A informação chega para você como um download. Quando conversamos com uma consciência com um nível de acesso diferente do nosso, ela nos traz informações. A questão é se vamos entender ou não. Por isso, não devemos limitar o tipo de acesso que buscamos.
Inicialmente, eles me mostraram uma estrutura quase física, porque era mais fácil para mim, era uma isca para me atrair. É um conceito primário para chamar a atenção. Às vezes, eles precisam usar arquétipos, como o de um ser musculoso ou de um anjo, para despertar a curiosidade e nos motivar a ir atrás, a tentar entender. É uma necessidade nossa, não deles. Eles se plasmam de uma forma que possamos ouvi-los. E isso se estende aos conceitos que eles querem passar. Eles começam com uma camada mais palatável, como uma central extrafísica, e aos poucos vão revelando a realidade mais complexa e translúcida por trás.
Eles estão me mostrando o uso prático dessa ferramenta. Toda nova ferramenta precisa ser testada, usada, lapidada. O objetivo é que, no futuro, o acesso seja direto, com endereço. Que você possa me pedir: "Gisele, hoje vamos falar sobre o processo de encarnação. Acesse aquele sistema e nos traga o desenho completo". E eu possa simplesmente enviar o código e fazer o download da informação, sem a dificuldade da tradução, sem a "lenga-lenga". Que possamos pedir: "Vá até os registros de Einstein e traga o conceito matemático dele sobre a realidade paralela".
O que estamos propondo é um acesso que se tornará científico. Algo que possamos apresentar em uma faculdade, em uma instituição, e que possa ser avaliado e compreendido de forma lógica. A mediunidade é apenas o canal de acesso inicial, mas a ferramenta estará disponível para todos. Nós estamos na vanguarda, aprendendo a usá-la, por isso não devo me cobrar. A informação tem um endereço. É poder dizer: "Vá até o registro de Maria das Lourdes, nascida em tal ano, e me traga as informações sobre ela". É isso.
Isso nos dará a amplitude para entender toda a hierarquia, até chegar nos 12. Porque os 12 não são apenas frequências; eles têm nome, sobrenome, frequência, tom. Tudo é contextualizado. Dizer que existem doze frequências geradas é muito superficial e vago. É diferente de saber que a frequência 1, por exemplo, representa a cor azul e tem um nome específico. Tudo tem um contexto de entendimento que ainda não estamos acessando.
Ele também me orientou a procurar as respostas "para baixo", e não "para cima". Nós temos o dogma esotérico de querer alcançar o que nos gerou, a Fonte, mas estamos começando pelo lado errado. Ele usou uma experiência pessoal minha na maçonaria como exemplo: o segredo nunca esteve no grau 33, mas sim no primeiro grau, o de aprendiz. É no início que está a importância do processo. Se queremos entender a Fonte, temos que olhar para nós e para o que está "abaixo". A observação da natureza em si já traz as respostas.
As peças do quebra-cabeça, o desenho completo, estão nas dimensões mais simples que a nossa. Enquanto nos preocupamos com a quinta ou sexta dimensão, ele me diz que lá em cima é tudo muito mais simples do que aqui embaixo. As respostas estão aqui. Há um motivo pelo qual a Fonte se interessa tanto pelas experiências da nossa dimensão para baixo. Não é à toa que ela formatou toda essa programação para chegar até aqui.
E qual a relação de tudo isso com os OVNIs vistos em Porto Alegre e em outros lugares?
Esses eventos não são físicos no sentido que pensamos, mas são manifestações energéticas em locais onde a "rede" do planeta é mais fina, onde existem anomalias. Essas aparições, que se tornarão cada vez mais comuns, são uma forma de chamar a atenção, de nos preparar para o que está por vir. São uma isca. O objetivo é que as pessoas vejam, estudem o fenômeno e, através dessa busca, cheguem a outros contextos, recebam o "clique" e despertem para o que está acontecendo. É um movimento para acelerar o processo de tornar esse conhecimento científico e acessível a todos.
A humanidade já teve esse interesse no passado, entre 1930 e 1950, mas depois a busca desacelerou. Agora, estamos retomando, mas em um patamar diferente. Os eventos não estão acontecendo apenas em um local, mas em vários, inclusive nos oceanos. Eles são como o "homem musculoso" que você mencionou, uma isca para despertar a curiosidade. Se conseguíssemos remover nossos filtros mentais, veríamos essas naves e mecanismos o tempo todo. O que está acontecendo não é incomum; acontece constantemente, mas só agora estamos começando a perceber.
O conceito de acessar uma cópia da consciência de alguém, vivo ou morto, já existe em práticas como a Apometria e na Ressonância Harmônica. Não é algo novo. O que está mudando é a nossa forma de enxergar esse processo. Estamos começando a dissecar essa informação em um nível mais profundo. No entanto, não é um processo simples e aleatório, como acessar a consciência do Elon Musk para fazê-lo se apaixonar por você. Existem programações e inúmeras variáveis que impedem esse tipo de manipulação.
O que eu acesso já está programado, já é um potencial conhecido e possível. Se eu acessei, é porque a porta foi aberta para mim. Não é um sistema bagunçado. Se recebêssemos uma informação que não deveríamos, isso poderia colocar em risco toda a nossa estrutura encarnacional. O próprio Tesla é um exemplo: ele conhecia o efeito 3-6-9, mas não conseguiu aplicá-lo em sua encarnação, pois havia uma programação que o impedia. Imagino a frustração que ele sentiu, e que muitos cientistas sentem, ao ver e teorizar algo, mas não conseguir trazer para a matéria. Além da programação individual, existe a programação do planeta. Há coisas que simplesmente não se montam aqui, pois a tecnologia ou a consciência coletiva ainda não estão prontas.
Como tudo é programado, existe a possibilidade de morrermos e nascermos de novo no mesmo espaço-tempo, em um looping, até que uma anomalia cause uma ruptura?
Eu acho que é possível, embora não seja simples. Se considerarmos as múltiplas encarnações em uma mesma linha temporal, a questão se torna ainda mais complexa. Eu, por exemplo, estou aqui pela primeira vez nesta forma, mas tenho uma conexão profunda com outras consciências, meus mentores, que viveram em outras épocas. Não é uma substituição, mas uma fusão, uma continuidade de alguns pontos. Eu sou um ponto de relação entre eles, e ao mesmo tempo, somos todos fractais de um todo maior.
Isso me lembra o trabalho do médium Eduardo Valente. Ele via as vidas passadas das pessoas se apresentarem e conversarem com ele, como consciências autônomas. Ele explicava que a pessoa é a sua vida passada, mas aquela vida passada também existe como uma entidade separada, não encarnada. Isso gera muita confusão, mas tem a ver com o fato de que só encarnamos uma vez, desta forma específica. Podemos transmigrar, fazer descartes, mas a encarnação como a conhecemos é um evento único. Existem diferentes tipos de encarnação, não é um processo igual para todos.
O sistema encarnatório é diverso e não é linear como o espiritismo tradicional prega. A Roda de Samsara, o ciclo de nascimentos e mortes, não pertence ao indivíduo, mas sim à Mônada, ao "polvo". É a Mônada que fica girando a roda, e de seus tentáculos, as vidas nascem. Nós viemos para vivenciar uma dessas vidas. E para isso, precisamos de corpos extrafísicos – duplo etérico, astral – que também são humanos. A raça humana não é apenas o corpo físico; ela se estende a esses outros corpos.
As coisas mudam, deixam de fazer sentido. Assim como a TV, a máquina de escrever e o rádio, as ferramentas extrafísicas também evoluem. O que queremos aqui, um dia, será realidade lá. Mas não podemos forçar a barra. Se não for para ser, não será. Tesla vislumbrou as possibilidades, mas não conseguiu realizá-las. É egoísta querer fazer o bem para a humanidade? Talvez. O bem, para ele, era a cura, a felicidade. Mas essa felicidade é momentânea, não é real. É tudo muito simples dentro dessa complexidade. Se entendermos como um sistema matemático, computadorizado, que gera cálculos e possibilidades, tudo se torna mais simples.
Eu tinha uma estratégia de não perguntar muito sobre reencarnação, para não induzir o médium ao erro. E as informações vieram naturalmente. Em uma comunicação, a consciência Xalis disse que a reencarnação é uma necessidade mental. E faz todo o sentido. Pode ser que alguém tenha a necessidade mental de voltar à Terra, de continuar processos que entendeu como "carne". Às vezes, não é nem uma encarnação real, mas uma experiência mental que a pessoa entende como tal. Se a pessoa sonhou que encarnou, para ela, a experiência é real. Não faz diferença. A experiência foi vivida.
Pode haver situações em que a pessoa realmente escolha encarnar, e outras em que ela escolha emular a experiência. A ideia de ter que encarnar é limitadíssima em um universo de tecnologia e realidade virtual. A holografia está muito mais ligada a essa questão. A encarnação pode não ser tão "encarnacional" quanto pensamos. Pode ser uma expressão, um parquinho de diversões que gera um programa denso, real, palpável. A pessoa sente, vive, experimenta. E se ela acessou uma realidade paralela, como a moça que se viu casada com o vizinho, a experiência é real para ela. A realidade não é o que achamos que é.
O metaverso é um exemplo disso. É uma nova forma de gerar experiência, com a mesma bagagem de uma vida "real". O cérebro acredita na realidade assistida, libera hormônios, gera sentimentos. O corpo responde. Se o corpo responde, a pessoa está vivendo. A realidade interior é o que importa. Se uma pessoa acredita em sua bolha política, ela viveu aquilo. Não adianta dizer que é falso. Se eu, que nunca fui a Paris, entrar em uma experiência de metaverso e visitar a Torre Eiffel, a sensação de conhecimento será real. Ninguém poderá tirar de mim a ideia de que conheço aquele lugar.
Nós criamos o metaverso porque, de alguma forma, já conhecemos esse conceito. Tudo o que fazemos aqui é um reflexo, uma cópia distorcida de coisas que já experimentamos em outros níveis de existência. O sistema trabalha para gerar o que a Mônada leva como experiência. E para a Mônada, tanto faz se a experiência teve corpo ou não, se foi "real" ou não. Ela gera múltiplas experiências simultaneamente. Ela tem uma percepção mais expandida, por isso parece que ela "não se importa". Ela sabe que somos importantes dentro de um processo, mas existem vários outros fazendo o mesmo. Nós romantizamos tudo, mas é tudo matemática pura, um padrão lógico. Ninguém "evolui". Viemos programados para fazer o que temos que fazer.
Por Gisele Almeida
Se esse acesso mexeu com você…
Se algo dentro de você abriu, vibrou ou fez sentido ao ler esse relato, então talvez você esteja entrando em um campo mais profundo de percepção — o mesmo campo que me permitiu acessar o Knox.
E é por isso que eu criei dois caminhos diferentes, para momentos diferentes da jornada:
🟡 CLAN Gisele Almeida
Meu espaço de expansão contínua, onde trabalhamos:
• realidades paralelas
• tecnologias espirituais
• leis multidimensionais
• atualizações energéticas
• acessos canalizados inéditos
• e leituras profundas de campo
É onde eu compartilho conteúdos que não posso ensinar nas redes sociais — somente com quem está pronto para ir mais fundo comigo.
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