Às vezes o peito é tomado de assalto, sem aviso. Uma Criança correndo atravessa o Jardim de ponta a ponta, a vista só captura o vulto passando, as risadas, o rastro de alegria pura. Um Amor que vem, passa e quer se espalhar, quer brincar, uma brisa que sopra serelepe, que não pertence a nada, saltitando de coração em coração. Ao tentar possuí-la ela escapa como vapor no ar, ao deixá-la correr solta no jardim se expande, dilata.
Como eu amo essa Criança, como eu amo essa Criança...