
A formiga me deu uma esfera. Tem geometria dentro da esfera, construção geométrica, parece a flor da vida. Ela disse que pode ser de qualquer cor. Ela disse que é algo que germina uma árvore da vida, tem a base da construção da vida nessa dimensão e em todas as sub dessas. Você olha a esfera, ela tem o padrão da vida, toda a geometria para germinar vida.
Ela disse no plano onde eu estou lá: eu posso plantar no meu cardíaco, mas eu poderia estar físico e também o fazer físico. Ela nunca morre, nunca seca, nunca degrada. Gera um campo alastrado que se espalha por tudo que for construção matemática. As raízes são como fibra ótica, conectam e se alastram.
Eles estão me mostrando como essa esfera funciona em todas as camadas, físicas ou não físicas. Sabe que a ilusão mora aí, porque ao estar lá em consciência, ativa no etéreo e reverbera no físico. E aí é uma questão de comandos para o fluxo mover o campo da co-criatividade e literalmente ser físico. O que se faz nas criações do plano supermental é como se fosse um precursor, um início para o movimento criar no plano físico.
Mas a questão é: nesses planos supermentais, ou o que chamamos de Matrix, é tão real como o físico. E é por conta da ação do que chamamos tempo que a ilusão se monta em nossas mentes. Ele pediu para eu trazer a esfera para cá e, de verdade, eu a vejo translúcida aqui.
Agora olha que interessante: ele fala sobre a alquimia de dar comando à matéria ou à química, fazer a composição matemática do aglutinado químico. Era isso que alguns mestres antigos fizeram.
O tempo é um estado vibracional, um padrão matemático. Sim, a gravidade é o que faz o tempo existir, ela é um condutor, um regente que sustenta a frequência. É uma frequência cadenciada, repetitiva, por isso é em ondas. As partes das frequências se repetem em ciclo, dando sequência a uma sustentação física para o tempo não se quebrar e ser retilíneo. O movimento faz essa sustentação. Por isso é em ondas; se fosse rígido, quebraria, romperia, não seguiria uma retilínea ascendente.
As frequências equacionadas em subfaixas vão se repetindo, sobrepondo uma à frente da outra, gerando a onda que possibilita a não rigidez e a possível ruptura. Por isso eu escuto a gravidade. Já falei isso em sessão, agora faz sentido. Eu, muitas vezes, senti que escutava a frequência da equação do tempo e agora eu entendi que sim, isso pode ser escutado, medido e compreendido.
Quando você decodifica as 7 frequências sequenciais, você compreende a música do tempo ou a equação que ele é. Se você usar uma outra emissão de frequência no retilíneo do tempo (equação em avalanche/andamento), você sobrepõe uma fissura. E se você conhecer sobre frequência, você escolhe na escala matemática qual linha você quer entrar na ruptura.
Eu estou ouvindo as frequências do que compõe as 7 repetições da fórmula do tempo. Imagine algo tocando em frequências de intervalo, em perfeita sincronia, causando a modelagem de onda para não romper; é de proporções milimétricas.
Acesso em um lugar intraterreno. O que me atraiu até lá foi um índio que me levou para uma cerimônia. Nessa cerimônia, eu vi um fogo azul saindo de umas pedras, especificamente de uma rachadura. Ele pediu para eu esticar as mãos, e o fogo não queima; ele é quente e frio, tudo junto. Logo após, uma formiga me trouxe uma esfera e aí desenrolou o relato acima.
Por Gisele Almeida
Arquivos 15/02/2023