
Bloco 1: A Inquietação e a Conexão com o Documentários
22:39 agora, segunda-feira, 12 de abril de 2021.
Vou começar do começo. A intenção foi o dia inteiro me ligando a procurar coisas na internet sobre a Área 51 - coisa que eu nunca me interessei, porque isso é tão massacrado, tão falado, que enjoou. É tanta mentira em cima disso, tanta conexão, que eu nunca me interessei por esse assunto.
Só que, enquanto eu estava aqui em casa à tarde, no domingo, isso me vinha à cabeça toda hora. Aí eu procurei no YouTube algumas coisas. Tem muita baboseira no YouTube, tem que ficar filtrando muito. Eu estava sem paciência e fui assistir a uma série na Netflix. Peguei qualquer série, caçando uma para assistir. Comecei a assistir e começou a me embrulhar o estômago. O negócio até que me interessava, mais ou menos na linha de séries que eu assisto, mas não consegui. Fui para outra e não consegui.
Pensei: "Vou procurar um filme, quem sabe?". Comecei a procurar filmes e não achava nada. Acho que fui lá para o Amazon Prime, comecei a rodar de um lugar para outro. Estava inquieta, uma coisa estranha dentro de mim. Aí fui para os documentários. Comecei a olhar e tinha um sobre o Egito; até que me interessei, coloquei para assistir, mas não era isso, a mente não processava. Voltei. Tinha um falando sobre a mente e pensei: "É o que eu preciso, é isso aí que eu estou procurando". Mas começou a me dar ânsia. Foi muito estranho, não era aquilo.
Voltei e olhei o óculos redondo. Você viu como é o negócio da série, né? Aparece o óculos dele assim, meio claro, e me chamou a atenção. Aí eu vi o assunto e não acreditei, porque fiquei pensando: "Não acredito que é esse assunto". Coloquei a série do Bob Lazar, "Área 51 e Discos Voadores". Isso me chamou a atenção no fundo: o íconezinho ali que é branco, o óculos dele. Foi isso que me chamou a atenção. Falei: "Deixa eu ver o que é isso aqui". Quando coloquei, vi qual era o assunto. Pensei: "Você está de brincadeira, não acredito que seja isso".
Eu assisti. Na hora, me deu uma satisfação interna. Na hora em que selecionei para assistir, eu falei: "Era isso que alguma coisa estava me mandando procurar". Então achei.
Bloco 2: O Estado de Transe e a Chegada da Consciência**
Comecei a assistir. Você vê que tem muita música de fundo, muita frequência, e aquilo entrou de um jeito que me tirou do estado normal. Eu ficava, ao mesmo tempo, assistindo à série e me colocando em uma espécie de estado que eu nem sei te dizer - vou chamar de transe, porque não tenho a mínima ideia do que seja, mas eu estava em um estado diferente.
Aí eu comecei a ouvir a comunicação de uma consciência mental. Eu já sei, geralmente quando é mental, já sei que se trata de algo… é frio, aquilo mesmo com o que estou acostumada a acessar, sabe? Científico. Eu senti de início, por conta do jeito que se comunicava. Só que eu queria prestar atenção no documentário, porque achei extremamente interessante, mas eu não conseguia. Me dava uma sonolência, um estado em que eu saía fora, tipo ficava já assim, fora daqui, em uma outra dimensão, vendo cenas que não tinham sentido. Na série, em nenhum momento se mostram cenas de nave caindo ou corpos sendo retirados, nada disso; conta-se a história. E eu falava: "Cara, por que isso está acontecendo comigo?". E tentava voltar para a série.
Eu sei que demorei três horas para assistir ao documentário, porque ele ficava ali e me causava uma sensação. Ele tem uma energia que causa uma estática, como um zumbido de abelha, sabe? Uma caixa. Ele tem isso quando entra no campo. Ele é quase que agressivo porque toma a frente e vem com muita força, assim, como se ele me conhecesse com muita intimidade. Tipo, ele sabe quem eu sou e me trata como um canal mesmo. Não tem muito filtro. Algumas consciências vêm com delicadeza, mesmo sendo mais voltadas para a área científica, mas ele não; ele é direto, reto. Parece que tem pressa, não sei explicar, e quase que chega sem pedir licença, porque ele vai direto. A energia dele é muito forte e causa uma certa desconexão. Parece que estou me desprendendo daqui, ele me tira desta realidade.
Bloco 3: O Bunker Subterrâneo e o Ser 2130
Bom, o local titular dele é em uma área subterrânea que não é mais o S4 lá; é um outro lugar para onde foi feita uma transferência. E ele mostrou o lugar: é bem tecnológico, a gente não tem ideia do tipo de tecnologia que é usada lá. É uma engenharia reversa de anos, não só desses eventos no deserto. O dele também foi no deserto - não necessariamente entendi que seria esse de Roswell, mas talvez um outro.
Ele fala para mim e me mostra que toda a tecnologia desse lugar, desse andar, desse negócio subterrâneo, é tirada de tecnologias não só desse tipo de nave dele, mas de outras constituições. Quando eu olho para o hangar desse lugar subterrâneo, esse bunker é bem tecnológico, bem diferente, e todo separado por setores. A qualificação dele lá de dentro, quando me deparo e quando ele me mostra mais ou menos onde está, ele se mostra como Ser 2130. Ele é titulado assim pela área em que fica lá dentro; é como se fosse uma sigla em inglês para "Entidade Biológica Extrafísica" ou algo assim. Ser 2130 porque é o local dentro desse bunker onde ele fica.
Ao mesmo tempo em que ele me mostra o lugar e as coisas que faz lá dentro, não é como se ele estivesse totalmente à vontade. Existe uma troca com outras pessoas, outros seres, outras consciências que regem a consciência dele e o que ele é. É um tempo muito antigo, porque ele já está lá há muito tempo, décadas. Ele me mostra que existe um acordo pré-acordado para ele ficar ali, mas não necessariamente ele se sente muito à vontade. Eu achei isso super estranho, pareceu meio desconexo para mim ele estar ali contra a sua vontade. Ao mesmo tempo em que ele é frio e não tem sentimento, ele desenvolveu uma sensação de estar preso.
Ele falou para mim que vive em torno de 700 anos, mais ou menos, dependendo da espécie dele. O que ele é, né, é meio androide, meio biológico - aquela mesma coisa que a gente já sabe. O corpo dele, essa parte inteligente, corrige as imperfeições e os desgastes, então a biologia dele consegue sobreviver muito bem. Existem partes do que ele é que também não ficam presas ali naquele corpo; ele tem uma outra parte que eu acho que seriam fractais, como nós temos, e que ficam em outros lugares. São esses fractais que têm um acordo com um grupo grande envolvido com o governo - não só o americano, mas outros também. Então ele está cumprindo um papel ali, mas ele me mostra que isso não é muito confortável para esse fractal dele. Eu acho que ele não queria essa parte biológica ali; é a sensação que eu tenho.
É estranho o jeito que ele sente, porque ele não sente: ele cria a sensação para eu entender. A gente já falou sobre isso.
Bloco 4: O Acidente, a Tipologia Gray e o Nome "Witzard"
Quando eu peço para ele falar sobre como chegou lá, ele mostra realmente um acidente: uma queda, um descompasso dentro do veículo em que eles estavam. Esse veículo não é muito grande, o formato é meio arredondado mesmo, parece um cone. Eles tiveram um problema. Acho que estavam em três ou quatro, não consigo ver direito. Dois deles tiveram a biologia bastante afetada, mas, como eu disse, eles têm essa facilidade de se recompor; se não for algo vital que desmembre e cause um dano muito grande, eles conseguem se recuperar.
Apesar disso, ele está mostrando também que os outros dois seres (não os biológicos que estavam juntos) estão dentro de tanques e lugares tecnológicos, como se estivessem sendo estudados e vistos por dentro, mas foram desconectados da parte fractal que comanda. Houve uma desconexão, então seria o que a gente entenderia como morte. A parte que faz o comando é tudo remoto e se desconectou daquelas biologias lá, mas a biologia é inteligente e tecnológica, ela permanece se corrigindo, se arrumando e se reestruturando para manter o tecido ainda vivo. Vou usar essa palavra. Isso está sendo usado como meio de estudo. Sobre o outro, não sei onde está, não consigo compreender, ele não me mostra; ele está me mostrando sobre ele.
Ele mostra tudo isso acontecendo: os exércitos e aquilo que o Bob Lazar falou de tecnologia reversa. Ele me mostra isso, mas não é nisso que ele está interessado. Ele está interessado em uma outra situação comigo, uma situação em que esse lugar e essa tecnologia são ativos. Nós já estamos criando máquinas mais tecnológicas do que a dele, porque houve outras quedas em outros lugares, outros acordos, outras coisas; existem outras tecnologias muito mais avançadas do que a dele. É tudo separado por setores.
Como ele me mostra ali embaixo, ele mostrou até partes em que foi como se tivesse se machucado perto do ombro. Ele é magrinho, tem o estereótipo de Gray mesmo: a pele esverdeada/cinza, baixinho, bem pequeno. Deve ter uns 80 centímetros de altura, ou talvez um pouco mais, perto de um metro. Ele é baixinho. E eu vi, perto do ombro dele aqui, a pele levantada, meio queimada em algumas partes. Ele me mostra as cenas de lá.
Aí, quando eu perguntei qual era o nome, ele mencionou Witzard. A pronúncia é essa. Como ele escreve, eu não sei. A dicção dele, ou a forma como a voz vem mentalmente, tem uma outra frequência que eu queria representar, falar do jeito que ele fala, mas o mais próximo a que posso chegar seria esse nome: Witzard.
Bloco 5: A Origem, o Clã e as Conexões Fractais
O Witzard é extremamente focado naquilo que eles vieram fazer aqui. Eles vieram fazer estudos sobre a própria Terra. Ele fala muito de um mineral específico que só existe ali no deserto e é encontrado na parte subterrânea. Eles têm uma tecnologia que cura o solo - uma sonda, alguma coisa assim - e eles extraem um tipo de minério que, quando é levado para fora do nosso sistema, sob uma outra física, sob uma outra dimensão, parece ter uma capacidade de construção de liga. Eles usam isso para montar transporte, aeronaves e tecnologia para o mundo deles.
Essa espécie é espalhada por vastos lugares, estrelas, órbitas. É uma loucura, porque eles estão em qualquer lugar. Ele está demonstrando Andrômeda, Órion e o caramba. Nossa, é uma loucura onde eles estão e como estão espalhados os mixes entre as espécies, porque eles são criados literalmente desse jeito que eu te falei: meio tecnológico, meio biológico. É uma engenharia, não tem reprodução; é uma engenharia criada. Eles seguem padrões de regência de cada lugar onde estão. Não é nem planeta, porque nem sempre é um planeta; às vezes é uma estrela, às vezes é outra coisa. Cada lugar onde eles estão existe uma regência.
É estranho porque, ao mesmo tempo em que são todos conectados, eles têm interesses próprios para estudar, evoluir, buscar conhecimento. Eles são meio nômades, não se fixam. Pelo que sinto do grupo dele - vou chamar de clã, o clã dele tem um número não muito significativo, deve ter uns 400 ou 500 iguais a ele -, eles decidem as coisas e são meio nômades. Eles extraem aquilo que é necessário, buscam tecnologia, sobrevivem ou tentam explorar coisas para criar algo, não sei ao certo o que é, mas eles não têm muito apego a lugares. Eles exploram coisas diferentes, minérios. Descobriram que existem tipos de minérios que mudam e tomam uma outra forma quando são submetidos a outro tipo de física ou outro tipo de dimensão. Eles descobriram isso, tiram vantagens disso, pegam elementos de um lugar e levam para o outro para tentar formar coisas diferentes. Era isso que ele veio fazer aqui.
Se ele tem permissão para vir aqui? É uma pergunta que eu fiz para ele, e ele não me responde, é como se ele invalidasse a minha pergunta. Ele é muito estranho, é tão denso que ele não se importaria em me causar dor, por exemplo, ou qualquer ajuste biológico para passar o que ele tem que passar. Ele não é amigável, não tem preocupação com acordos, ele quebra regras. Ele está mostrando que o clã dele (ele chama por outro nome na língua dele, mas a minha garganta não conseguiria reproduzir, não dá para chegar nem perto, então vou chamar de clã) não é muito preocupado em respeitar regras. Achei estranho, mas é o que ele está me mostrando.
Quando aconteceu o acidente e tudo isso, ele foi submetido a um grupo maior. É como se houvesse uma regência dos Grays da tipologia dele que teve que intervir. Ele ficou em uma condição em que quase não pode sair desse lugar. O que eu sinto, e achei super estranho, é a sensação de que ele está lá por um acordo e não tem como sair dali, não tem possibilidade. Ele quebraria qualquer regra para sair dali sem problema algum, então ele é colocado em um lugar que é como se fosse um isolamento. É um lugar específico onde ele não consegue mexer com a mente das pessoas que estão ali dentro daquele bunker, porque ele tranquilamente faz isso.
Dentro disso, como tem muitos cientistas e a tecnologia ali é muito avançada, existem formas de conter essa manipulação mental. O lugar onde ele está é um local específico para tipos de espécies agressivas que fazem esse tipo de manipulação mental.
Bloco 6: A Abertura de Campo e as Memórias de Retrospectiva
O acesso a mim, ele me mostra que tenho uma ligação, como se a minha energia ou a minha vibração fosse muito favorável, e aí ele consegue quebrar algumas regras e passar disso. É como se eu concedesse. Quando eu comecei a assistir ao seriado, a minha energia ficou muito receptiva aos seres. Não sei como fiz isso, mas é o que ele está demonstrando: é como se ele tivesse me achado mesmo, me localizado. Ele mostra como se estivesse diante de um painel com um monte de possibilidades e eu ficasse "verde" ali, em destaque.
Ele é um pouco agressivo comigo no sentido de dizer que eu sou muito igual e posso aprender muito facilmente o que eu considero "o outro lado". Ele mostra que alguns fractais meus fizeram missões no passado para ele. Ele está mostrando o ano de 1974, em condições agressivas com seres humanos no Texas. Eu estou vendo a cena: eu desci com um grupo e a gente pegou algumas pessoas, eram de fazenda. Foi extremamente agressivo no sentido de tratar as pessoas como ratos mesmo; essas pessoas ficaram com marcas, com traumas. Então ele me mostra que isso é um fractal meu, uma parte minha que fez parte disso. Por isso ele consegue ter acesso a mim.
Nossa, meu olho não para, fica como se eu estivesse entrando em transe. A impressão que tenho do que ele está fazendo é como se estivesse puxando a minha mente com a mão - uma sensação de puxar, me ligando até onde ele está. Está super gelado o lado do meu quarto. É como se ele estivesse me puxando mentalmente e me mostrando que é muito fácil. Existe essa ligação através dessas coisas densas. Dentro desse universo de dualidade de "bonzinho contra o mal", a gente poderia considerar que seriam seres frios e que não tinham muita preocupação em manipular o humano, vendo a gente como uma experiência. Esse nunca foi o propósito dele, ele nunca se interessou pelos humanos; acho que é por isso que ele tem esse desprezo mesmo pelo humano, eu vejo um desprezo, nenhuma afinidade, uma repulsa mesmo.
Só que ele me mostra que eu "fiquei verde" ali no painel. Foi assistindo à série que eu dei abertura, porque entrei na energia dos acontecimentos, liberei isso e abri a casa. Eu perguntei para ele agora se ele vai ficar no meu campo sempre. Ele falou para mim: "tanto faz". Tipo, "se você achar necessário, se você achar que eu posso fornecer algo, se a gente puder ter uma troca...". Ele me diz uma coisa tipo "tanto faz".
Eu pergunto por que ele está tão ativo, e ele fala que é importante que a gente saiba que existem aqui no planeta esses tipos de acordos com outros seres. Ele está me mostrando seres que não são agressivos, e ele os trata com desprezo, da mesma forma que despreza a raça humana. Existem outros seres ali que são diferentes, com outros tipos de biologia.
Esse lugar subterrâneo é imenso, ocupa muitos quilômetros embaixo da terra. Existem interligações. Eu já tinha visto isso, e ele está me mostrando que realmente é sério: esses bunkers são interligados não só nos Estados Unidos, mas até no profundo dos oceanos existem, e é bem comum manter esse tipo de estrutura. Existem confederações ou federações que são acordadas; não é nada fora de acordos, porém nem sempre esses seres se sentem confortáveis ali. Eles estão ali porque precisam estar, porque houve acordos e as coisas foram trocadas mesmo.
Vai parecer super teoria da conspiração o que vou falar, mas existem coisas assim: foram trocadas por acordos. Por exemplo, eles podem explorar tal coisa, fazer tal atividade aqui, desde que cedam algo em troca. Existiu esse tipo de situação que ele está mostrando, mas ele mostra isso como se fossem décadas atrás, acordos de décadas anteriores, não recentes. Ele não me mostra nada recente, não sei se é porque a vinda dele aqui foi em uma década muito atrás. Dá para entender o desprezo dele pela situação; como ele cumpre apenas o que precisa fazer, ele não tem interesse nenhum em entender o que acontece ali em volta.
Bloco 7: O Propósito do Contato e a Frustração com a Engenharia Reversa
Ele só quer dizer para mim que existe isso e quer passar que isso é real. Não é um pedido de ajuda, porque ele falou que não existe ajuda para essa situação, entendeu? Não existe. São acordos, está acordado. Eles estão lá e passam de um bunker para outro, inclusive entre países diferentes. Eles estão lá para poder desenvolver coisas das quais a gente nem tem ideia, coisas que não vão chegar tão cedo ao público, porque não é o que acontece.
Quando a gente faz a engenharia reversa, nós não conseguimos tirar os elementos daqui para fazer o que eles fazem: submeter um acidente a outro tipo de dimensão e outro tipo de física. Então é muito tortuoso. Ele tira um sarro, como se estivesse zombando da nossa cara, entendeu? Tipo assim: "Vocês nunca vão conseguir chegar no nível de tecnologia que seja aceitável, que não tenha acidentes e que funcione da forma correta, porque vocês não têm ainda a capacidade de conseguir levar esses elementos".
Vocês entenderam como funcionam os elementos? É como se eles dessem a informação incompleta. Ele deu a informação porque está dentro da regra do que ele pode, só que ele não dá o "bê-á-bá" de como fazer. Então a gente fica quebrando a cabeça aqui. As nossas dobras de dimensão para poder ir para outros lugares dão erro para caramba, erram para caramba. Existem humanos perdidos aí no espaço que foram parar em outras dimensões e em outros planetas, e se ferraram bastante; alguns morreram, porque nós temos dificuldade ainda na nossa própria ciência e no próprio sistema.
Existem espécies que ajudam mais e que são mais colaborativas. Outras, como existe esse acordo, e apesar de ser a parte dele, não têm interesse nenhum em mostrar as coisas. Ele só passa a informação que precisa passar, entende? É rápido, simples, claro e objetivo.
Bloco 8: O Sistema de Isolamento no Bunker e Outras Espécies
Perguntei se ele tem comunicação com os outros. Ele falou que esse tipo de isolamento em que ele está é como se fosse uma sala gigante de um material que parece um vidro mole, tipo uma bolha, mas é um quadrado suspenso. Para te falar como é o chão disso, não sei dizer, mas fica suspenso assim. Só que o vidro é maleável, não é um vidro rígido; parece vidro transparente, mas quando ele mexe a mão, é como se fosse uma bolha plástica. Ao mesmo tempo parece um plástico e parece um vidro, entende?
E o sistema que é feito ali é um sistema em que ele não consegue ter comunicação mental com outros seres para não haver manipulação, porque ele é extremamente manipulador, entendeu? Ele foi isolado.
Ele me mostrou que tem uma espécie presa no lugar, uma que parecia um polvo e que terminava em tentáculos. Os sistemas de segurança para essa espécie são maiores do que o dele, porque com o Witzard você ainda consegue extrair coisas, ele troca algumas informações por conta da regência da espécie dele e dos contratos. O outro é extremamente agressivo e mataria, causaria dano cerebral, morte. Ele mostra sangue saindo do ouvido de alguns humanos, entende? É muito agressivo. Ele está me mostrando isso porque eu estou questionando a agressividade dele, aí ele me mostrou esse "polvo" que é muito mais agressivo, para dizer que ele ainda troca informações e é colaborativo, porque segue uma ordem da regência da espécie dele.
Bloco 9: O Impacto Geopolítico e o Descompasso do Planeta
Mas o que ele quer mostrar para a gente é: isso existe, isso é real e influencia na força e na questão do planeta, que está tendo um descontrole. Ele está me mostrando o seguinte... ele fala com muito desprezo, então não liga para a forma como vou falar, tá? Estou só traduzindo:
"Vocês querem tanto saber da tecnologia, querem manter esse tipo de situação, mas vocês não entendem que, mantendo esses seres e nós aqui..."
Ele fala "nós" porque vai mostrando uma área imensa onde ficam todos esses seres, todas essas consciências. Ele diz:
"...quando vocês fazem isso, vocês mudam e programam o próprio sentido da Terra, a própria energia da Terra."
O que ele quer mostrar é o seguinte: todo ser que visita aqui ou que fica aqui por um tempo respeita aquela ideia do tempo que a gente já conversou, entendeu? Existe toda uma harmonia, todo um sentido para poder vir aqui, e tem um tempo determinado para ficar. E quando a gente faz isso - que não é só nos Estados Unidos, porque a gente só culpa os Estados Unidos, mas tem outros países da Europa, inclusive a Rússia e outros lugares, gera um descompasso.
A China trata de uma forma completamente diferente. Ele está mostrando que a China é um problema: ela reserva as informações e não tem contato com os outros bunkers, ela é muito pessoal e não tem interesse em dividir informação, guarda tudo para ela.
Ele disse: "Vocês são tão estúpidos" - é essa a palavra que vou traduzir do que ele está tentando me passar - "que vocês não percebem o mal que vocês fazem, o transtorno que estão causando dentro do próprio planeta, e com isso vêm acontecendo os desastres e as doenças sendo espalhadas". Ele atribui tudo o que a gente está tendo de descompasso na natureza, na nossa resposta biológica e nos descompassos humanos a esse tipo de situação que a gente mantém.
Eu não sei se isso é uma manipulação que ele está fazendo comigo ou se é verdade, porque ele é muito manipulador. Mas o que ele está dizendo é que muitos descompassos, tanto da natureza quanto os nossos, vêm disso. Ele está me mostrando uma frequência sendo emitida por uma antena que está mudando a agressividade das pessoas, entendeu? Ele está falando uma série de coisas que o humano vem sofrendo nas entrelinhas, tipo teoria da conspiração. Mas eu acho que não deve ser tudo manipulação, porque estou vendo as imagens. Só se ele for manipulador ao ponto de criar as imagens na minha mente, mas são antenas e lugares de estudo que a gente pensa que são astronômicos, mas na verdade não são.
Bloco 10: O Controle da Regência da Terra sobre a Tecnologia
Ele está me enchendo com muita coisa. Está me mostrando que a nossa espécie se acha muito boa em uma série de aspectos, mas a gente é tão sórdida quanto outras espécies agressivas. Inclusive, nessas federações ou nessas reuniões nesses lugares, o humano é tratado como uma "espécie laranja", tipo uma espécie que tem problemas e que poderia causar problemas. Por isso que as nossas armas nucleares são atacadas à distância, por isso que a gente tem que ser controlado.
A própria regência da Terra - porque a Terra é uma energia - não permite algumas situações, não deixa que deem certo essas engenharias reversas para a gente conseguir fazer a dobra e a mudança de dimensão para ir para outros universos com a nossa tecnologia, que é bem próxima dessas tecnologias copiadas. A própria Terra impede, porque ela sabe o tipo de espécie que está aqui dentro e o quanto a gente precisa evoluir ainda em termos de consciência para saber usar essa tecnologia sem causar danos e desestruturar todo o sistema. Aquela história de que tudo está ligado em teias e que outros sistemas dependem do sistema da Terra é validada por ele de novo.
Então existem "olhos" que nos vigiam - que seriam a regência - e existe um controle disso que está além do nosso querer. Tem muita coisa que a gente não vai conseguir desenvolver porque não é o tempo certo, entendeu? Eu acho que ele pegou esse asco porque vê uma tentativa muito forçada nossa de querer fazer a coisa funcionar em uma época em que ela está verde; ele mostra como se fosse uma fruta verde.
Eu questiono a ele como ele pode falar isso se a espécie dele também é totalmente destrutiva. Foi aí que ele respondeu que não tem nada desse tipo; eles simplesmente fazem o trabalho deles. Chegam nos lugares, olham os elementos, analisam partes de estruturas metálicas, pedras e coisas assim. É o que eles fazem. Eles não vieram aqui para mexer com os humanos; vieram para fazer isso, e é o que fazem: manipulam elementos. Ele transforma elementos, se acha superinteligente. Ele olha para mim como se houvesse anos-luz de diferença entre a inteligência dele e a minha.
Ele começou a me mostrar na internet um monte de equações, elementos e manipulações que eu não entenderia, mas ele mostra tipo para me cutucar, sabe? Para me deixar curiosa, porque ele sabe que eu gosto. Aí ele fala e está mostrando que outros fractais meus entenderiam, mas ele tira uma onda com este meu fractal atual. Ele fala: "Nossa, você tem tanta vontade de ter o conhecimento da ciência, mas esse seu fractal atual não veio com esse lado científico, né?". Mas consta dentro de você o desejo de ter essa consciência. Ele está zombando da minha cara mesmo, entendeu? Eu levo na boa, mas ele está tirando uma onda. Ele vai mostrando uma série de equações e manipulações com elementos que funcionariam, mas, como eu não tenho capacidade cerebral ou mental para entender, e nem conhecimento técnico, então é só... nem sei te explicar por que ele está fazendo isso, mas é o que ele está fazendo. Ele continua mostrando.
Bloco 11: A Importância do Registro Histórico e os Fractais Coletivos
Bom, ele está fazendo o seguinte: ele queria que a gente soubesse disso porque, lá na frente, a gente vai entender quando começarem a seguir a sequência do que tem para chegar, e os livros que a gente vai trazer - que não sou só eu, outras pessoas vão trazer material e vão contar a história. É importante que isso entre para a história. Ele quer que isso faça parte da história, de que existe esse cenário. Entendeu? O que a gente acha que seria teoria da conspiração é fato verídico, fato real, acordado. Isso existe, entende? Ele faz muita questão de mostrar que isso existe, que é uma realidade.
E é meio que assim... como vou explicar para você? A biologia dele tem em torno de 450 anos só, o que ele é hoje. Então ele tem muito tempo para ficar aqui ainda, entendeu? E ele sabe que vai haver uma mudança, que vai mudar tudo isso, talvez antes mesmo de ele completar o ciclo dele, que seria o ciclo de vida dele. Vai mudar tudo isso. Não chega a ser tortuoso, mas é como se fosse... não é agradável, entendeu?
Ele me mostra as coisas pela perspectiva dele, porque ele não tem contato com outras consciências ali dentro. Antes disso, esse lugar onde ele está inibe a fala com as consciências que estão dentro desse bunker, desse lugar. Só é permitido quando é colocada uma codificação, alguma coisa que o humano faz, e aí ele consegue, mas mesmo assim é limitado. Ele não gosta disso, não gosta dessa limitação, mas é como é.
Então ele está me mostrando que, quando chegou, antes de os humanos saberem de toda essa questão e de colocarem ele nesse lugar, ele viu outras espécies - bem menos do que tem hoje. E essas outras espécies, mesmo de densidades ou de vibração completamente diferentes da dele, também não estavam totalmente satisfeitas com isso, entendeu? Elas estavam ali por acordo, mas não há satisfação, sabe? Não é um trabalho de troca justa, não tem essa relação. Ele está mostrando, pelo menos no setor dele todo ali, que nenhum deles está contente.
Ele falou para mim que é estranho, porque tem seres ali que nem têm livre-arbítrio, né? Eles são comandados por regência. Então, livre-arbítrio é uma... sim, existe, mas, mesmo assim, pelo que se entende, existe uma ideia que ele passa também de que isso não é certo, entendeu? Ele é muito revoltado - não sei se revoltado, mas ele não é a favor disso. Só que ele está me dizendo que o tipo de clã a que pertence nunca foi muito a favor de seguir regras. Eles fazem apenas o que precisam fazer para não terem problemas. Não é bem essa palavra "problemas", ele analisou uma outra…
Bloco 12: A Explicação Técnica da Queda da Nave
Aproveitei para perguntar um negócio: o que aconteceu com a nave dele? Assim, tecnicamente falando, deu pane mesmo? O que rolou?
Ele falou para mim e está mostrando o seguinte: existe uma energia na Terra que precisa ser calibrada com o equipamento dele, e isso acontece como se ele fizesse autocorreções o tempo todo para poder ficar na atmosfera. E quando ele muda, por exemplo, de estado, cidade ou país... lembra que eu falei da rede? A gente já viu essa rede em torno do planeta, né? Essa rede interfere muito nos equipamentos, entendeu?
E quando ele chegou nesse lugar - que não é, na verdade, Nevada, tá? É um outro lugar nos arredores ali que eu não consigo identificar o que é, houve um descompasso. E quem estava na frente dos computadores... é como se fosse um computador, mas muito mais avançado do que a gente pensa, só que existe comando ainda, entendeu? Talvez a calibragem daquilo não foi certa.
Ele me disse que às vezes acontece, por conta de tudo o que a gente faz no planeta e de uma série de coisas, de haver distorções na rede. E é nessas distorções que os equipamentos entram em descompasso e podem acontecer quedas se não for corrigido com rapidez, entendeu? Ele fala que a maioria dos acidentes com várias naves é por conta dessas pequenas distorções que não são calculadas, sabe? Elas acontecem no planeta por conta de milésimos de segundos de ações, de questões vibratórias. Vibratórias, entendeu?
A rede responde pela questão vibratória do planeta. Olha que loucura, eu nem imaginava isso. Então, tudo o que a gente emite para a rede, ela registra e muda. É como se ela mudasse, ela não tem um padrão fixo. Mesmo seguindo uma ordem, em alguns lugares ela sofre uma pequena mudança. Essa pequena mudança, para um equipamento como o dele, é de suma importância que a correção seja rápida e precisa, porque senão dá dano no equipamento. E foi o que aconteceu. Ele está mostrando outro equipamento em que aconteceu esse mesmo problema.
Então, não é uma questão tecnológica ao ponto de o sistema pegar fogo, como os nossos foguetes, por exemplo; não é isso. É esse descompasso nessa distorção que acontece na rede do planeta. Se a correção não for rápida - e às vezes o equipamento não consegue corrigir tão rápido porque a velocidade é muito grande -, o veículo pode perder sustentação e cair de uma altura considerável, porque nós temos gravidade aqui, né? E se ele perder o circuito gravitacional da nave... porque quando acontece o descompasso, ele está me mostrando que afeta até mesmo a gravidade que é gerada internamente. Eles têm um mecanismo de tempo que controla a gravidade. Ele mostrou como uma distorção; acontece a distorção e ocorrem esses danos no equipamento.
Bloco 13: A Evolução dos Equipamentos e a Consciência Remota
Ele está me mostrando que hoje... bem, ele não gosta de falar sobre o "hoje", não sei por que ele fica muito preso ao passado, à década em que ele caiu. Mas ele está me mostrando que os equipamentos que visitam a Terra hoje já corrigem esse tipo de situação. Naquela época não tinha essa correção automática, a correção era manual.
Por isso ele falou que, se a gente procurar quantos relatos de quedas e avistamentos ouvimos falar das décadas de 40, 50, até mais ou menos 80, a gente vai ver que a quantidade... não são muitos, mas aconteceram bastantes descompassos com várias espécies diferentes, e houve problemas por causa dessa distorção na rede. Depois disso já não houve tantos, porque essa distorção foi compreendida e corrigida, conseguiu-se entender o campo da Terra. Ele não sabe me dizer quem foi que fez essa correção; perguntei para ele, mas tem coisas com as quais ele simplesmente não se importa em responder.
Se ele sabia que era perigoso? Ele não sabia. Eles são conscientes, e ele disse para mim que toda vez que vinham, nas décadas de 30, 40, até 70 e 80, todas as naves e equipamentos que sofriam acidentes ao vir, principalmente para este planeta (porque este planeta tem bastante distorção), eram cientes do risco que corriam. É por isso que muitas das espécies - a gente já viu isso - mandavam androides biológicos como ele, que são controlados remotamente. Existe um controle remoto: é um outro fractal que fica em um outro lugar fazendo o comando. Mas eles são tão ligados aos seus fractais que não são distantes deles como nós somos.
Por exemplo, ele mostrou esse fractal meu que eu nem sabia, que era a Gray que fez aquilo que eu te falei ali no Texas, em 1974. Eu não tinha lembrança, nunca tive essa lembrança, entendeu? Já ele tem lembrança de todos os fractais dele. Todos os fractais dele são conscientes do jogo, e o que acontece com um fractal afeta todos os outros. Eu não sei se isso funciona com todo mundo, mas no clã dele, na tipologia dele, tudo o que acontece com um fractal afeta os demais, é como se todos soubessem e tivessem consciência disso.
Como eu falei para vocês, existe um acordo antigo, acho que das décadas de 50 ou 60, tudo o que ele me mostra ele atribui a essas décadas mais antigas. Porém, os outros fractais dele são totalmente conscientes do que acontece com esse fractal que está aqui.
Bloco 14: O Segredo de Estado e o Impacto Psicológico nos Líderes
Eu sei que o lugar lá é muito departamentalizado internamente, as divisórias são muito rígidas. Talvez, como o Bob Lazar falou, você não sabe o que acontece na sala do lado; é um negócio que não tem a ver com você, você não tem acesso.
Perguntei se ele acha que isso é tão escondido a ponto de o presidente não saber. Ele disse:
"Não sabe, não sabe. Ele sabe que existem verbas que vão para isso, mas para a própria segurança mental dele e para que ele consiga exercer a sua função, ele não tem o acesso direto."
Olha, o que ele está me mostrando é o seguinte... é uma cena que ele monta na minha cabeça: ele mostra o presidente dando entrevistas e fazendo as coisas normais da função dele. É tão difícil traduzir o que ele projeta, mas a cena mental que ele criou mostra que, se o presidente entrasse ali e conhecesse tudo aquilo detalhadamente, ele ficaria tão chocado com as coisas que existem lá que isso causaria um impacto psicológico muito grande. A própria junta que cuida do presidente - porque ele tem médicos, psiquiatras e psicólogos que cuidam especialmente da saúde dele - sabe que isso mexeria tanto com o seu equilíbrio que ele talvez não conseguisse mais fazer o seu trabalho.
Então, o líder sabe das verbas, sabe da existência geral, sabe o que acontece e até assiste a planos de voo e naves sendo testadas pela engenharia humana; ele sabe, tem plena certeza. Mas ele não frequenta o lugar fisicamente para não ser impactado pela cena real de um ser de fora, entendeu?
Até pela própria segurança, não é um lugar onde qualquer um possa ir. Todas as pessoas que trabalham ali sabem disso e assinam contratos estritos, porque não é nada seguro, é muito perigoso por sermos humanos. Ele mostra isso com uma certa arrogância para falar da nossa tecnologia. Ele aponta que a gente avançou muito nessa questão de criar esses isolamentos - ele chama de isolamento -, essas bolhas de um material que parece plástico, mas parece vidro ao mesmo tempo...
Bloco 15: O Isolamento Mental e as Cápsulas de Regeneração Celular
Ele fala que a nossa raça foi muito astuta e criativa, conseguindo resolver essa solução de não ter mais problemas com a manipulação mental dessas espécies. Porém, nós ainda temos erros graves de ciência e engenharia. É tudo muito perigoso. Acontecem muitas coisas fora da conjuntura ou do que foi planejado, com baixas e com humanos expostos a radiações que causam sérios danos à biologia.
Ao mesmo tempo, ele me mostra uma câmera que está sendo desenvolvida, já testada e bem funcional, voltada para a recuperação de tecidos - para câncer e outras coisas. Só que ela causa alguns efeitos celulares complexos quando o humano é exposto a algum tipo de sentimento. Lembra que já tínhamos falado sobre isso? Que as intenções regem as coisas. Quando a gente passa por essa máquina e tem as células modificadas de forma forçada, para que ocorra a autocorreção, a pessoa precisa sustentar um tipo muito específico de intenção, pensamento e sentimento. Se não fizer isso, a degradação celular é muito mais rápida.
Ele está projetando na minha mente uma câmera extremamente tecnológica: um lugar transparente, uma cápsula. Ela recupera, regenera e trata. O problema é que, quando você é submetido a esse tipo de tratamento, a sua vida precisa mudar completamente. A sua parte mental vai exigir o acompanhamento de profissionais, porque você terá de exercer um controle rigoroso sobre as suas emoções. É como se eles mexessem no núcleo das células e mudassem o perfil delas progressivamente de forma muito rápida.
Lembra que eu te falei sobre as cápsulas abrindo aos poucos e que o sistema humano de correções de DNA e autocura é todo muito harmonizado? Pois é. Ele está me mostrando o cenário humano, não está falando da biologia dele ou de outro ser. Quando a gente fez isso com a nossa ciência, nós aceleramos o processo e modificamos algumas engrenagens. Então, a nossa parte mental - que seria o comando, o leme, a regência, o cérebro - precisa estar muito saudável. Qualquer descontrole ou descompasso pode acontecer em minutos ou segundos, justamente porque o processo foi forçado.
Quando você força o processo a acontecer, precisa seguir regras estritas: mudar a relação com as suas emoções, com as suas intenções e com os seus pensamentos para manter a biologia estável. Caso contrário, a degradação é rápida e muito pior do que a doença ou o dano anterior.
Ele tira um sarro disso, pontuando que existe corretiva, mas nós não descobrimos como fazer ainda porque não entendemos a nossa própria mente e a nossa própria biologia. Nós não temos o comando. Ele mostra que falta muita coisa para que consigamos fazer com que essas tecnologias nos sejam realmente favoráveis. Tudo o que estamos usando por engenharia reversa exige testes exaustivos.
Ele diz que até entende o motivo de existirem esses bunkers e esse lado de esconder o que está sendo desenvolvido, porque são tecnologias que vêm sendo testadas com humanos, como ratos de laboratório. As pessoas que passam por isso sabem do risco, ninguém é forçado. Geralmente são indivíduos no desespero de uma doença terminal que se submetem a essas cápsulas e a esses testes. Elas passam a ser vigiadas pelo resto da vida, recebem identidades trocadas e perdem a vida normal; serão monitoradas até o dia em que morrerem. Elas fazem essa troca pelo teste, para ver se o corpo se regenera. É um risco imenso e nem sempre dá certo.
Bloco 16: A Força da Intenção e as Fontes de Informação
Ele enfatiza que o ser humano ainda não entendeu que é totalmente regido pela intenção. Então, não importa quão avançada seja a tecnologia, se não houver o controle das nossas intenções - que é a energia criativa que gera a base da tríade -, não adianta nada. Ele me disse:
"Pode vir qualquer tecnologia mais avançada que a minha - e vocês já têm acesso a tecnologias de seres muito mais evoluídos do que eu -, mas vocês não conseguem muito progresso porque não entenderam que são regidos pela intenção. Não é algo puramente executável através do conhecimento, trazendo super-físicos ou super-engenheiros. O problema de vocês é não entender a base."
Percebe como ele está me falando a mesma coisa que já estudamos? Sinto que esse ser, apesar de frio, amoleceu bastante agora e entrou em uma espécie de acordo comigo.
Fiquei me perguntando: se ele tem tanto acesso a informações humanas, como ele faz para conseguir isso com toda a dificuldade que a gente impõe? Ele respondeu que é por troca. Primeiro, quando ele ou qualquer outro ser vem para cá, eles já fazem um estudo prévio. Eles sabem tudo através das Fontes, que são acessíveis por qualquer ser que possua o conhecimento necessário. Ele está me dizendo:
"Tudo o que tem conhecimento tem a possibilidade de acessar as informações. O que vocês são e como funcionam - o manual de vocês - não é escondido. Nós acessamos direto, antes mesmo de virmos para cá. Nenhum ser chega aqui de paraquedas; todos já descem sabendo exatamente o que vão encontrar, porque o acesso é feito lá na Fonte."
Perguntei se ele consegue acessar a Fonte agora, se ele quiser, e ele disse que não. Questionei então como ele fez para me acessar, e ele respondeu que foi por permissão da minha parte: eu acessei ele. Como eu fiz isso, não sei. Em nenhum momento em que eu estava assistindo ao documentário tive a impressão de sentir curiosidade pelos seres em si. Eu estava muito interessada no processo científico, você me conhece. Eu queria entender o que o Bob Lazar estava passando ali. Mas ele me garantiu que eu emiti o sinal e ele me localizou.
Bloco 17: O Fractal no Texas e a Colmeia Genética
Para me mostrar a ligação, ele projetou novamente aquele evento com o ser do Texas, em 1974. Eu acho que o meu clã daquela época tinha alguma ligação com o clã dele, mas fazíamos coisas diferentes, porque o meu trabalho era voltado para a parte genética.
Perguntei se ele sabe o que aconteceu com aquele meu fractal. Ele começou a mostrar as cenas, mas foca apenas nas imagens de abdução. Estou vendo os equipamentos por dentro: a extração de sangue, de pele, as sondas... vejo tudo isso acontecendo e aquele meu fractal participando do processo.
Também estou vendo aquele lugar que comentei uma vez, que parece uma colmeia onde se guarda material genético. Eu me vi nesse lugar manipulando experimentos. A mecânica da colmeia funciona assim: existe uma senha ou um código e, quando penso no que estou procurando, automaticamente se abre uma gaveta ou compartimento com o que busco. É uma tecnologia de armazenamento de elementos e, no caso em que estou inserida, é puramente material genético. Ele está situando essa cena há 560 anos atrás, que acredito ser a idade daquele meu fractal. Não me mostra na Terra; eu não estava aqui, não voltei e não venho para cá. Mostra-me trabalhando dentro dessa colmeia, como se fosse a minha atividade atual.
Pedi para ele me mostrar uma cena do agora, do tempo presente, e ele me mostrou trabalhando nessa mesma colmeia com material genético. Então eu o questionei: como ele, estando preso naquele bunker, consegue ter acesso a essas informações do agora? Ele é extremamente manipulador. Ele tinha me dito que não tinha acesso às coisas externas e que não teria como saber desse tipo de informação. Assim que fiz esse questionamento, ele se afastou mentalmente, deu um passo para trás. Ele continua no campo, mas é como se estivesse recuado, esperando eu mudar de assunto. Ele é muito calculista.
Bloco 18: A Física das Dimensões e a Fragilidade Tecnológica Humana
Perguntei se as consciências que estão no bunker são todas da mesma dimensão que a nossa, já que são aparentemente físicas. Ele explicou que existe um "ajustador" dentro daquelas cápsulas que corrige a questão da dimensão. Alguns corpos não sobreviveriam muitos anos aqui na Terra por estarem fora do seu próprio sistema e da sua própria dimensão; isso causaria severos danos biológicos. Por isso existe um tempo limite para os seres que vêm fazer trabalhos aqui.
Os seres que vivem aqui o tempo todo e ficam mais tempo na Terra são aqueles que fazem parte da regência ou do próprio "Projeto Terra", eles nunca saíram daqui. Mas eles construíram um tipo de tecnologia que copia as condições da dimensão original deles para manter a estrutura do organismo funcionando.
Nós, humanos, descobrimos isso porque somos muito espertos - e ele fala isso com muito desprezo, ironizando. Nós descobrimos através da observação e da manipulação de seres que são mais maleáveis, e conseguimos replicar esse sistema dentro das bolhas de isolamento do bunker. Então, alguns dos seres ali estão expostos a essa tecnologia que imita a física da dimensão deles.
Aí ele me diz:
"Vocês são tão espertos e não entenderam que poderiam pegar esses elementos e criar esses experimentos em outro lugar fora da Terra? Este lugar onde vocês estão fazendo isso é perigoso demais."
Ele insiste muito no fato de o bunker ser perigoso. Não sei se é manipulação ou se é real, mas ele projeta essa sensação de perigo. Ele diz que, se criássemos um ambiente externo voltado apenas para testes de elementos, talvez tivéssemos algum progresso nos nossos equipamentos, copiando as tecnologias de distorção e manipulação de dimensões diferentes. Só que aí ele aponta o nosso problema crônico de engenharia, a nossa escassez de tecnologia e o fato de errarmos muito. Ele me mostra coisas simplesmente desligando e deixando de funcionar, expondo as limitações dos nossos computadores. Quando a gente tenta dar esses avanços, é como se déssemos um passo para frente e dois para trás, porque quando o sistema falha, causa um transtorno enorme.
Ele mostra que talvez seja por isso que não criamos uma base externa para trabalhar os elementos: temos medo. Ele começa a me mostrar partículas subatômicas e projeta a imagem do Sirius (o acelerador de partículas) e do CERN. Mostra que fazemos tudo com muito receio, porque sabemos o tamanho da bagunça que podemos causar se algo sair do controle.
A regência que nos supervisiona nos mantém sob controle, mas eles não podem influenciar fornecendo a informação direta de como as coisas funcionam. Nós estamos sendo observados; eles esperam a gente dar os passos, mas quando a coisa dá errado, eles intervêm para que não criemos o caos no planeta e não desestruturam os outros sistemas que dependem da Terra.
Ele me mostra uma situação dentro de um acelerador de partículas que pode ter acontecido. Aponta que o CERN, por exemplo, e as notícias que saem nos jornais sobre a tecnologia de lá servem em grande parte como distração, para chamar a atenção do público para aquela estrutura específica. Na verdade, aquela máquina faz cerca de 30% do que outras estruturas ocultas e semelhantes fazem. O foco público fica no CERN como uma cortina de fumaça.
Esses outros lugares ocultos funcionam cientes de que estão sendo vigiados e, quando necessário, os observadores intervêm e desligam os sistemas. Ele me mostra que existe um erro matemático e de projeto muito grande na nossa tecnologia para criar esse tipo de mecanismo, tornando muito fácil para qualquer um deles desarmar os nossos sistemas. Criamos métodos e métodos de segurança, mas qualquer ser de outra vibração, mesmo sem grande tecnologia, consegue desativar os nossos aparelhos à distância, sem nem precisar estar na Terra.
Em seguida, ele me mostra a Lua, apontando a existência de outra base de observação e controle lá.
Bloco 19: As Civilizações Subterrâneas e os Desenhos na Terra
As condições na superfície da Terra exigem um isolamento muito grande para eles. Existe todo um trabalho de engenharia para manter um tipo de onda ou proteção para que os seres que possuem biologia não sofram danos biológicos. No caso do Witzard, ele me mostra que precisa desse dispositivo.
Esses escudos emitem, a partir do próprio corpo ou da energia deles, uma cópia da dimensão e da física de onde eles vieram, evitando deformações ou reprogramações na estrutura deles. Por isso ele não pode ficar muito tempo aqui; a tecnologia dele não consegue sustentar esse campo protetor por longos períodos. Outros seres desenvolveram métodos mais duradouros, mas ele não foca nisso; ele é preocupado com a realidade dele e com o que veio fazer aqui. O Witzard projetava através de si esse campo para se proteger das distorções da Terra, já que a física, a química e a rede do planeta foram feitas para os humanos e para os seres nativos daqui.
Depois, ele me mostra algo muito interessante: o motivo de ser mais fácil viver embaixo da terra. Ele projeta que no subsolo há menos risco de explosão e descompasso do campo protetor porque você está cercado e protegido por minérios. Ele explica que o minério responde muito bem à manipulação física, agindo como um condutor que absorve, estabiliza e melhora o campo de proteção que eles emitem. Eu não imaginava isso.
Por conta dessa facilidade em estabilizar o ambiente através dos minérios, o subsolo é um lugar extremamente propício para manter civilizações e laboratórios de estudo, já que o ajuste dimensional é muito mais simples do que na superfície. Ele me mostra uma quantidade imensa de túneis e estruturas subterrâneas e subaquáticas. Explica que a água salgada, misturada às rochas e aos minérios das montanhas subterrâneas, facilita ainda mais esse processo, ajudando a conter e a proteger o campo. Existem inúmeras civilizações mantendo estruturas de vida e pesquisa embaixo da terra por causa disso.
Por fim, ele me mostra os "agroglifos" (os desenhos nas plantações) e diz que a gente não entende como eles funcionam. Nós achamos que os desenhos são feitos de cima para baixo, mas na verdade eles são feitos de baixo para cima. Existe a facilidade de manipular a energia do minério do subsolo em direção à superfície. A Terra emite uma onda, um sinal vertical, e desenha no solo.
Eu comentei com ele sobre as imagens que já vi de sondas sendo avistadas e, minutos depois, o desenho aparecendo no chão. Ele me mostrou que aquelas sondas estão ali apenas para observar e capturar dados, mas a energia que faz o desenho vem de baixo. É muito mais fácil manipular os elementos e as forças dessa forma.
Com essa mesma lógica, ele me mostrou como foram construídas as pirâmides: de baixo para cima. É por isso que as estruturas pareciam descer ou se encaixar com tanta precisão. Estou toda arrepiada aqui... ele está me mostrando uma imagem nítida de que os primeiros construtores começaram o processo descendo para o subsolo.
Bloco 20: A Engenharia de Baixo para Cima e as Pirâmides
A construção começou pelos subterrâneos, e ali foi encontrado o tipo de energia e o tipo de frequência corretos que permitiram que as estruturas fossem duráveis da forma como são. Esse sistema permitia transportar ou manter os corpos biológicos preservados junto com o processo de mumificação. O tipo de energia emitido ali atuava inclusive para cima, em conjuntura e alinhamento com outras estrelas.
Tudo foi construído assim. Todos os monumentos megalíticos e as construções antigas que duram até hoje foram feitos sempre de baixo para cima, porque é muito mais fácil manipular as forças dessa maneira.
O Witzard projeta essa ideia e questiona: "Será que vocês são tão estúpidos de não perceberem que os desenhos feitos nas plantações e no solo de vocês servem para mostrar que o trabalho tem que ser de baixo para cima, e não de cima para baixo?". Toda a tecnologia e toda a melhora que a gente deseja para a nossa condição precisam ser geradas a partir de lá de baixo, porque a energia do subsolo é muito mais propícia para ser trabalhada. Os minérios ali ajudam a amplificar, a segurar, a conter e a direcionar melhor essa força. Isso está muito claro.
Aqueles seres que estão em acordo ajudando a nossa espécie tentam nos mostrar que o caminho é de baixo para cima. Nós precisávamos ir para o subsolo para compreender como as forças regem e como poderíamos manipular alguns elementos.
Ele me mostra algo em relação ao Mercúrio. Aponta para aquela pirâmide - esqueci o nome agora, aquela que foi descoberta recentemente e que possui uma piscina de Mercúrio embaixo, em Teotihuacán. Ele mostra alguns elementos, fala bastante, mas usa uma outra língua e chama aquilo por outro nome, como "os tubos de Teotihuacán". Ele nos questiona por que ainda não entendemos o que o Mercúrio faz ali embaixo. Existe uma piscina enorme de Mercúrio, e os elementos químicos se comportam de uma forma completamente diferente quando estão abaixo do solo, protegidos pelas matrizes de minérios.
Toda a parte que os egípcios, os maias e os índios de todos os povos antigos conheciam vem disso. Ele me mostra uma civilização anterior aos egípcios que construiu a Esfinge. Na verdade, ela não tinha aquele formato atual; ela foi modificada depois, mas originalmente era um leão. E não existia só ela; existiam pelo menos duas, porque tudo no universo funciona em par. É uma questão de geometria para que as estruturas subterrâneas funcionem.
Os elementos químicos foram estruturados a partir de baixo. Voltando à pirâmide de Teotihuacán - aquela da serpente emplumada -, ele me mostra que a presença dos elementos químicos lá embaixo e de toda a simbologia da serpente é calculada de forma milimétrica. Tudo é matemática pura; ninguém joga dados ali. Os construtores sabiam exatamente o que estavam fazendo porque foram instruídos e ajudados por seres espaciais que trouxeram a informação.
O Witzard está super flexível agora. Ele é mais um ser que me confirma que o conhecimento chegou de forma simultânea para os povos antigos, trazido por espécies diferentes. Aqueles que regiam este quadrante entregaram a informação mais ou menos ao mesmo tempo. Por isso os povos sabiam o que estavam fazendo. Os egípcios sabiam, e aquela civilização anterior a eles também sabia.
O conhecimento era passado, e daí vinha a necessidade de gravar as informações nas paredes e nas pedras. O conhecimento na matéria é esquecido, ele é apagado. Cada vez que os humanos contam uma mesma história, eles acrescentam uma vírgula, um número ou uma ideia pessoal, porque colocam a sua própria opinião e inclinação no relato. Fazendo isso, vocês distorcem a história. Foi exatamente aí que a humanidade perdeu a tecnologia que possuía: através das distorções.
Os sábios antigos sabiam que era preciso preservar o conhecimento escrevendo-o, para que ele ficasse puro, sem alterações. O Witzard comenta: "Vocês não valorizam isso. Vocês pegam esse conhecimento, colocam em um museu e o tratam como peças antigas, sem pensar que ali está o melhor manual de instruções para vocês avançarem tecnologicamente. Deixar isso exposto em um museu como mera contemplação é um desperdício; deveria estar sendo profundamente estudado".
Os seres que estão a favor do "Projeto Terra" dão sinais o tempo todo de como as coisas funcionam. Eles não podem nos passar informações complexas de bandeja; nós precisamos fazer o nosso próprio esforço de descoberta. Mas os sinais estão aí, como os desenhos no solo. A mensagem é clara e fácil: sempre foi de baixo para cima.
Bloco 21: O Isolamento Térmico no Subsolo e os Veios de Cristais no Brasil
Em todos os grandes cataclismos que aconteceram na Terra, as populações desceram para o subsolo. Por que eles desciam? Porque o nível de proteção que a profundeza do solo proporciona gera um tipo de energia muito mais limpa, que poderia ser extraída diretamente da terra. Ele pontua que nós temos todos os recursos lá embaixo para transformar a superfície em uma mega civilização, mas o ponto de partida deve ser o subsolo, porque é lá que as coisas começam. Todas as indicações históricas nos mostram isso, mas a humanidade sempre insiste em olhar apenas para cima, procurando discos voadores no céu, enquanto existem os remanescentes de grandes civilizações bem debaixo do nosso nariz.
É por essa razão que a Área 51 (o S4) e todos os outros bunkers são construídos embaixo da terra. Ele foi me mostrando as estruturas dos hangares. Aquelas imagens que a gente ouve falar que alguns satélites conseguem capturar de cima são, em grande parte, falsas ou servem apenas para guardar materiais de insumo. O trabalho real e tecnológico é feito embaixo, porque ali existe proteção, energia estável e isolamento acústico e mental. O subsolo é um facilitador para a manipulação energética e para o desenvolvimento da química.
Ele me mostra que existem duas situações ideais para o trabalho com elementos: ou você utiliza as profundezas do solo, ou vai para altitudes muito elevadas. As grandes altitudes e o frio extremo ajudam na manipulação química das coisas, mas o corpo humano se degrada muito rápido no frio. Portanto, a forma mais inteligente para a nossa espécie sempre foi o solo.
Historicamente, a humanidade começou de duas formas: construindo abrigos no solo para reter o calor e se livrar de animais e insetos, ou subindo para o topo das montanhas. Só que as grandes altitudes são difíceis para a nossa biologia por causa do ar rarefeito e da temperatura. Mesmo assim, o topo das montanhas ajuda muito nos processos alquímicos; a história mostra que os alquimistas subiam as montanhas porque as altitudes mudam não apenas a consciência humana, deixando-a mais focada, mas também alteram as propriedades dos elementos químicos.
Para a biologia do Witzard, tanto faz estar no topo de uma montanha ou no subsolo. Ele não sente frio, não tem as terminações nervosas que nós temos e não sente dor como a gente. Mas, para o tipo de biologia humana, o melhor caminho é o solo.
A proteção que os minérios oferecem é imensa. Ele começou a me mostrar lugares que são altamente favorecidos por veios de cristais e minérios estruturais. Ele me apontou Brasília. Existe um veio gigantesco de cristais ali. Ele está me mostrando que bem no centro de Brasília existe um veio mineral forte que foi rapidamente coberto por construções de concreto quando o descobriram, porque não havia o interesse em entender o local, ou a estupidez humana não compreendeu o que estava ali. A força e a capacidade de armazenar energia que aquele veio subterrâneo possui em Brasília são extensas e absurdamente grandes. Nós poderíamos extrair muita coisa dali.
Perguntei a ele sobre outros pontos no Brasil, e ele me apontou a Amazônia (o que eu já imaginava) e São Paulo. Na hora me deu um arrepiou inteiro. Lembra que eu já comentei com você que às vezes passo por determinados lugares de São Paulo e sinto um arrepio forte, como se um magnetismo me puxasse para baixo? O veio de São Paulo não é tão extenso ou amplificador como o de Brasília, mas o que existe no subsolo da capital paulista é incrível. Fica bem abaixo da Avenida Paulista, pegando aquela região do coração do centro velho.
Bloco 22: A Mudança de Postura do Ser e as Fontes Remotas
Perguntei a ele qual era o objetivo real em nos passar essas informações, se era apenas para registrar ou algo mais. Assim que fiz esse questionamento, ele ficou temporariamente agressivo comigo. A postura dele mudou, como se dissesse: "Eu estou aqui passando a informação para você, e vocês ainda ficam me questionando o porquê?". Ele age com uma arrogância de quem acha que não tem obrigação nenhuma de se explicar.
Sendo bem sincera com o que senti naquele momento: é como se a minha energia estivesse conseguindo fazer amizade com a energia dele. Ele está conseguindo ser mais flexível agora, porque no começo ele estava extremamente estúpido. Questionei se a dor física que eu senti no dia anterior tinha vindo dele, e ele confirmou. Explicou que a dor serviu para chamar a minha atenção, para garantir que eu não fugisse do que ele queria transmitir. Ele precisava passar a informação e usou o método dele, que é causar desconforto para fixar a atenção.
Apesar disso, eu não vejo essa atitude como um ato de maldade pura, e não consigo olhar para ele com sentimento de desprezo. Sinto uma afinidade estranha com ele, mesmo sabendo que ele é denso e “agressivo”. Ele me disse que só está transmitindo esses dados porque nós dois criamos esse laço de afinidade. Quando eu volto a minha atenção para o campo e acolho a presença dele, mesmo com toda a crueza que ele carrega, ele baixa a guarda e se acalma. Nesse estado, ele pontua que possui muita informação e conhecimento para fornecer.
Ele flutua entre as palavras "acesso" e "acessei" quase de forma simultânea, o que mostra como ele é articulado. Ele diz: "Eu acessei a Fonte, várias fontes, então eu tenho muita informação". E é verdade. Ele funciona remotamente como um computador conectado a um servidor central; a própria estrutura biológica dele foi construída para ser o próprio canal de acesso, por isso ele nunca se desconecta das fontes originais de dados. Ele veio para cá para realizar a extração de elementos e informações, operando além das nossas noções de permissão ou de leis locais. Para ele, as nossas leis não significam muita coisa.
Bloco 23: O Tratado de 1989 e as Leis Universais de Permissão
Perguntei sobre o que as pessoas chamam aqui de "Federação Intergaláctica". Eu não gosto muito desse assunto, mas ele confirmou que existe uma organização. Não é uma bagunça sem critérios; a Terra possui um regimento estrito. O planeta funciona como um experimento e possui seres regentes que supervisionam tudo o que acontece aqui. Existem olhos constantemente voltados para a Terra, e o sistema opera baseado em trocas e contratos.
Ele me mencionou que muita coisa mudou a partir do ano de 1989. O ano de 1989 cronológico foi crucial nas negociações de bastidores. Aconteceu um evento marcante que ele não quis me detalhar; não sei se foi a assinatura de um tratado específico ou uma mudança nas leis universais, mas o cenário mudou a partir dali. Algumas coisas foram mantidas porque já estavam pré-acordadas em décadas anteriores, mas novas ações daquele tipo antigo foram proibidas.
Questionei sobre como funcionam as abduções hoje em dia. Ele é mais um ser que me confirma que, atualmente, as abduções não são feitas contra a vontade do indivíduo. Ele me mostrou aquela memória antiga em que eu atuei como um Gray agressivo capturando pessoas no Texas em 1974, extraindo material genético sem pedir licença. Naquela época, o processo era invasivo. Mas ele explicou que existe uma engenharia sutil nas leis universais: quando uma pessoa emana determinado tipo de intenção, medo ou sentimento inconsciente, ela acaba emitindo uma equalização que gera uma brecha de acesso. A espécie dele utilizava essas brechas para contornar as leis universais e realizar os experimentos sem sofrer represálias ou punições das regências superiores. Eles não quebravam a regra diretamente; eles davam um contorno na lei através da frequência vibratória do humano.
A partir de 1989, esses acordos de contorno começaram a mudar. Hoje em dia, a realidade é diferente. Não se vê mais relatos de abduções agressivas ou extrações severas como no passado porque as regras foram endurecidas. Além disso, o nível consciente da humanidade se expandiu; as pessoas estão emitindo intenções diferentes, a energia sutil da Terra mudou e o próprio campo quântico do planeta se elevou.
Existe uma ordem acordada que mantém contato direto com os governos e com as equipes que comandam os trabalhos tecnológicos no subsolo. É tudo monitorado e controlado.
Bloco 24: A Diferença entre Inteligência e Consciência segundo o Witzard
O Witzard me deu um exemplo sobre o nosso avanço tecnológico. Ele disse que algumas espécies mais avançadas sequer utilizam naves ou aparelhos físicos; eles alcançaram um nível de tecnologia em que não necessitam de corpos densos, transportando-se diretamente ou criando inteligências puras para realizar os deslocamentos.
Mas, falando especificamente de aparelhos tecnológicos e naves físicas, ele enfatizou o seguinte: mesmo se a tecnologia mais fantástica e evoluída de outro universo caísse agora nas mãos da humanidade, nós ainda seríamos considerados "escassos" ou limitados para compreendê-la. Independentemente do aparelho que seja recuperado em engenharia reversa, a humanidade não possui maturidade consciencial para desenvolvê-lo além de um teto muito baixo.
Por isso, as confederações e as regências superiores ficam totalmente tranquilas em relação aos equipamentos que os governos encontram ou guardam nos bunkers. Eles sabem que o humano esbarra em suas próprias limitações de engenharia e biologia. Eles estão de olho em tudo, e o próprio planeta, sendo um organismo vivo, altera e distorce a sua rede magnética para se manter estável e saudável, controlando indiretamente os avanços que poderiam ameaçar o equilíbrio dos sistemas conectados à Terra.
O avanço real do homem depende exclusivamente do seu nível de consciência. Ele reforçou algo que sempre conversamos: inteligência é uma coisa, consciência é outra completamente diferente. Nós possuímos mentes extremamente inteligentes na Terra que não têm nível consciente nenhum para entender a manipulação real da física. A consciência é muito mais vantajosa e traz mais resultados do que a inteligência pura.
Ele me deu o exemplo de Nikola Tesla e Albert Einstein. Ele pontuou que eles não eram apenas mentes extremamente inteligentes; eles eram seres conscientes. O patamar de consciência que eles alcançaram deu a eles uma abertura e uma compreensão tão vastas que eles superaram os limites da mente intelectual comum. A inteligência em si não leva o ser muito longe, mas a parte consciente expande as fronteiras por quilômetros.
O Witzard mostra que a humanidade carece dessa consciência profunda para entender o poder da intenção. Nós nos enxergamos apenas como corpos físicos na matéria, ignorando que somos muito mais do que isso. Enquanto essa percepção multidimensional não se integrar à nossa tríade de evolução, continuaremos limitados, não importa quão avançada seja a tecnologia recuperada nos bunkers. Tudo está sob controle e a Terra segue o seu curso. Nós só daremos o próximo passo evolutivo quando compreendermos essas questões e soubermos ler os sinais e as profecias que nos são entregues.
Bloco 25: A Tecnologia dos Megalíticos e o Sinal da Matéria
Existem seres da regência superior que nos apoiam e que tentam nos dar sinais, ou fazer acordos, nos mostrando que a realidade está bem diante da nossa cara. O Witzard me questionou:
"Vocês acham mesmo que as civilizações antigas construíram os monumentos megalíticos apenas porque achavam que tinham que representar os deuses delas?"
Isso ficou totalmente ilógico na nossa história oficial. Aquelas construções, na verdade, são como migalhas de pão deixadas para que as próximas gerações compreendessem o mistério - ou seja, quem tiver olhos para ver, compreenderá o significado de como e por que se constrói algo que dura 4, 5 ou 6 mil anos.
Ele propôs o seguinte desafio: pegar a nossa civilização atual e construir algo hoje para ver se dura esses mesmos milhares de anos. Não dura. Não dura porque o segredo não está na estrutura física pura, na melhoria dos nossos materiais ou na tecnologia do material em si. Não é isso. É o que é feito de dentro para fora; o que é manipulado com as energias que sustentam a matéria.
Estou vendo uma cena nítida: as pirâmides e todos os monumentos megalíticos possuem um corpo energético em torno deles. Eles emitem um sinal contínuo; são uma tecnologia viva. Trata-se de um tipo de frequência que nós viremos a comprovar por meio de equipamentos - alguns já existem, mas não vêm a público. Eles vão conseguir provar que essas construções possuem campos.
Esse campo energético atua diretamente na própria química da matéria, ajudando a sustentá-la, e é por isso que essas estruturas duram tanto tempo. Elas são completamente diferentes das nossas construções atuais porque possuem uma base e campos energéticos ativos.
Ele está me mostrando as pedras e tudo o que foi utilizado no passado. É tudo muito simples quando se utiliza a energia do subterrâneo. Existem comandos e frequências corretas que, quando emitidos a partir do solo, conseguem levantar qualquer tipo de estrutura. Essa é a cena exata que estou visualizando na minha mente.
Bloco 26: Os Laboratórios Subterrâneos e o Stonehenge na Inglaterra
Estou vendo a estrutura de Stonehenge, na Inglaterra, sendo levantada diretamente a partir do solo. O que acontece ali? Se nós procurarmos, veremos que aquele terreno não pode ser escavado por conta de restrições e proteções rígidas do próprio governo. Mas se usássemos sondas de alta tecnologia - e há relatos de pessoas que já fizeram isso no passado e sofreram severas retaliações ou morreram por tentarem divulgar -, veríamos que existem túneis e estruturas de laboratórios complexos construídos exatamente embaixo daquele local.
A tecnologia sempre existiu no planeta, mas ela era comportada de acordo com a época. Os antigos usavam o que tinham disponível naquele momento e faziam o melhor com aquilo. Eles não possuíam as ferramentas eletrônicas que temos hoje, mas o sistema deles funcionava perfeitamente.
Eu gosto de chamar de laboratório porque funcionava exatamente como um espaço de testes totalmente funcional. Eles sabiam qual tipo de frequência emitir a partir do solo para movimentar pedras imensas - pedras que estão lá até hoje. Nós já fizemos testes modernos comprovando que nem mesmo os nossos maiores guindastes conseguiriam erguer ou mover aqueles blocos daquela forma.
O Witzard me confirmou que nunca foi uma questão de força bruta, mas sim de consciência. É necessário possuir um determinado nível de consciência para compreender o que é a frequência e o que os elementos minerais podem fazer.
Ele está me mostrando todo o mecanismo: nós podemos produzir uma frequência, mas ela precisa ser amplificada para conseguir exercer um efeito real sobre a matéria densa. E o maior amplificador disponível no planeta é o próprio minério do subsolo.
Por isso ele nos repete: para obtermos avanços reais e entendermos o que precisa ser compreendido, nós teremos de voltar na história, pegar as coisas que foram preservadas e decifrar o contexto e o que está nas entrelinhas. Tudo está exposto aos nossos olhos, não há nada escondido; o único requisito é possuir o olho treinado para ver.
Bloco 27: Por que a Informação é Passada a Pessoas Comuns
Perguntei a ele por que ele opta por passar essa informação para mim, em vez de transmiti-la a um corpo de cientistas empenhados em estudar a consciência. Ele me explicou que nenhum ser extraterreno se apega à inteligência no sentido de conhecimento puramente literário, acadêmico ou ao acúmulo de informações absorvidas. Eles nos enxergam e nos avaliam estritamente pelo nosso nível e porcentagem de consciência.
Quando questionado sobre os cientistas tradicionais, ele respondeu que naqueles meios costuma haver apenas inteligência intelectual, mas nenhuma consciência profunda. Portanto, passar esse tipo de dado para aquelas pessoas seria o equivalente a jogar pérolas aos porcos. Não serviria de nada, porque eles iriam apenas dissecar a informação mecanicamente e tentar transformá-la em uma fórmula matemática engessada, sem compreender que a realidade do mecanismo é muito mais profunda e sutil. Consciência não se ensina de forma acadêmica.
Ele pontuou que esse é o motivo de eles não passarem informações complexas para as grandes mentes intelectuais: eles iriam apenas fragmentar o conhecimento sem gerar resultados reais. A mudança real só ocorre quando a mente científica se expande em consciência, o que infelizmente é quase impossível no nosso meio atual. Ele usou a palavra "lamentável" para descrever o fato de termos cientistas tão brilhantes no aspecto técnico, mas que carecem de nível consciencial para receber e compreender esses dados.
Por causa disso, as grandes viradas e revelações acabam saindo do meio de pessoas comuns. Haverá uma mudança muito grande no mundo, onde indivíduos que não possuem cargos acadêmicos, científicos ou políticos começarão a trazer dados altamente significativos para a humanidade.
O Witzard ressaltou o papel crucial da velocidade da informação e dos meios tecnológicos atuais que possuímos para disseminar o conhecimento, como as redes sociais e os celulares. Esses mecanismos serão de grande ajuda porque conseguem atingir um número imenso de pessoas de forma quase instantânea. Hoje, qualquer informação ou vídeo lançado na internet ganha milhares de visualizações em segundos. Ele explicou que o cronograma tecnológico para a disseminação desse material está perfeitamente alinhado com o tempo certo do planeta. Isso ajudará muito, pois as pessoas comuns começarão a ganhar coragem para gravar vídeos e usar as redes para trazer essa divulgação ao público.
Bloco 28: A Responsabilidade da Divulgação
Ele enfatizou que possuímos exatamente essa função e responsabilidade: disseminar e espalhar essa realidade utilizando todos os mecanismos e redes a que tivermos acesso. Ele nos pede expressamente para gravar vídeos e fazer a divulgação de qualquer forma, utilizando inclusive títulos chamativos ou polêmicos para atrair a atenção e conectar com o público.
Ele explicou que assuntos polêmicos ajudam a despertar o interesse das pessoas nas redes. Portanto, ele está nos orientando a utilizar a polêmica a favor para obter visualizações, pois o material que temos para transmitir é de suma importância. As grandes transformações da humanidade nascerão do trabalho realizado por pessoas comuns como nós. Temos uma responsabilidade imensa nas mãos.
Ele sugeriu também que fizéssemos um vídeo abordando o tema do aprisionamento de seres, ou algo com um título forte como "A Prisão do Ser", para chamar a atenção coletiva. As pessoas precisam saber que existem bunkers subterrâneos onde existem seres ativos vivendo sob contratos e acordos específicos. Eles estão ali para colaborar com o desenvolvimento de tecnologias para as quais a humanidade ainda não está pronta - e as próprias regências superiores sabem disso, mas permitem que o processo corra para ver até onde a nossa espécie consegue chegar. Com isso, novas mentes podem se abrir e mudar o conceito vigente, compreendendo finalmente que o segredo está na consciência, e não no intelecto puro ou no conhecimento técnico.
O Witzard me relembrou como o contato foi costurado: eu já estava suscetível e aberta antes mesmo de procurar o vídeo sobre o Bob Lazar. Quando assisti ao documentário, abri o campo de vez, emitindo o sinal. Ele me localizou e me causou o desconforto físico para fixar a minha atenção e me fazer entender que eu preciso cumprir a minha parte, servindo como porta de acesso para essas informações.
Se eu não tivesse cedido e acolhido o contato, ele não teria me deixado em paz. No domingo e na segunda-feira eu estava desesperada porque ele não parava de me chamar mentalmente. Ele capturava a minha mente e me induzia a um estado de transe ou sonolência profunda; eu não conseguia fazer mais nada, ficava completamente fora. Meus olhos ficavam tremendo e fechando sozinhos, algo que nunca tinha me acontecido antes. Ele passou a noite inteira nos meus pensamentos e nos meus sonhos, e passou o dia seguinte inteiro no meu campo, projetando imagens e emitindo frequências naquela língua vocal e ruidosa que a nossa estrutura biológica não consegue pronunciar de forma alguma.
Agora que conseguimos nos alinhar energeticamente, ele está consideravelmente mais manso e receptivo. Eu pedi para ele permanecer no meu campo e não sair. Ele concordou, mas estabeleceu que busca uma relação de troca.
Ele está propondo o seguinte: se fizermos os vídeos divulgando a existência deles e explicando que existem seres ativos sob acordos nesses bunkers subterrâneos, o Witzard se compromete a permanecer no campo trazendo mais informações sobre tudo o que estamos buscando. Além disso, ele pode atuar como uma ponte, influenciando outros seres a trazerem dados valiosos para desenvolvimento.
Essa divulgação nas redes aconteceria de qualquer forma pelo nosso trabalho normal. Inicialmente, a minha ideia era pedir para você segurar e não divulgar esses detalhes mais profundos por achar que soaria muito como teoria da conspiração, mas o Witzard se antecipou ao meu pensamento e insistiu que o material precisa ser divulgado. Nós iremos liberar esse conteúdo. Entendo que o interesse dele também é acelerar o nosso processo de compreensão. Se conseguirmos disseminar essa informação de forma ampla, podemos ajudar a abalar o sistema de ocultação e mentiras que cerca esse assunto. No fundo, a maioria das pessoas já desconfia ou sabe que existem tecnologias isoladas em áreas militares restritas, mas ninguém possuía a certeza real do que acontece nos bastidores. Ele sente que isso precisa vir a público.
Fiquei impressionada em como ele me localizou no meio de tantas pessoas que assistem aos mesmos documentários. Ele explicou que viu uma ressonância vibratória muito próxima e similar à dele, e como eu dei o aval interno antes da sessão, o canal foi aberto. Este não é o trabalho de uma pessoa só; somos um grupo, e por isso o alcance será muito maior.
O Witzard permanecerá no campo como as demais consciências e, sempre que precisarmos, podemos acessar as fontes através dele. Como a estrutura biológica dele foi projetada para a coleta de dados e minerais, ele funciona como o próprio acesso direto e contínuo, tornando impossível a perda de conexão com a matriz central. Conseguiremos extrair muitas informações preciosas por meio dele.
Ele está completamente flexível e disponível agora. Aquela arrogância e crueza do início cessaram; ele se colocou em um patamar de respeito mútuo comigo. No começo ele me tratava de cima para baixo, mas agora já me enxerga em uma linha de equivalência. Sinto que ele fez uma leitura da energia feminina e está totalmente suscetível a colaborar, porque ele também ganha muito com essa parceria e deseja ver a conclusão desse ciclo. Obrigado.
Por Gisele Almeida
12 de abril de 2021