Bem, vou colocar aqui uma experiência que fiz comigo mesma, uma coisa de maluco mesmo. Pensei, bem, já que o filme seria como um jogo, na minha percepção, e se eu me colocasse como uma peça dele? Resolvi projetar minha mente na atriz principal, que vou chamar de a dona de vermelho. Eu quis me testar, coloquei minha consciência nela, como, me associando a consciência dela, para buscar em minha experiência no que ela sentia, e como eu poderia entender a linguagem mais profunda que o filme poderia estar transmitindo. Eu fixei 3 passagens para análise. A 1 seria o porque do vestido vermelho……Missão espiritual, aviso, a primeira cor que os olhos humanos ,por frequenciamento detecta., a cor do sangue, vida e morte, poderia também ser interpretado pelo arquétipo feminino, o Sol, código da fonte a cocriação.Ela como jornalista, como uma missionária, onde se exige exposição, missão de aterrar uma informação, através do verbo,da palavra, como uma missão da Fonte, como uma representante do Som, extraterrestre no caso, dos códigos de ativação do DNA, onde essa linguagem ,como uns soquinhos, poderiam ser interpretados como uma linguagem sísmica, um código Morse com a Terra, voltado para uma inteligência coletiva. A 2, que printei em minha tela mental foi, a do choque entre os trens. Eu quis entender o que seria aquela linguagem, até porque estavam em sentidos opostos, e o trem que estava para se chocar com o carro, me parecia escuro, mais imponente, o que me representou a escuridão, a polaridade oposta, desesperada para esse choque,onde o trem tem um único trilho, com saída e chegada, dentro do tempo, com coordenadas de destino determinadas.Embora não ocorresse o choque entre os trens, eu interpretei como aquela faísca esse choque, que me representou o choque entre realidades, o ponto zero, a somatória de dimensões. A dama de vermelho entrou em pânico , o que poderia representar o choque da verdade da existência e outras civilizações não humanas ou humanoides, assim como das dimensões para uma nova frequência. Esse pânico descontrolado, falta de ar, e a vontade de desistir de continuar, ou seja, de não aceitar a nova revelação, na linguagem militar, é chamado de colapso de realidade., onde se estuda a quebra de arquétipos e onde poderíamos correlacionar, com a quebra das crenças em geral. Uma incongruência de tempo total. No choque entre os trens(como uma configuração, pois, não foi dos tens, mas para meu estudo seria semelhante),onde , a primeira coisa que cai, não é o corpo, mas sim, a referência de uma realidade, onde o pânico representaria essa perda de referência, do colapso da realidade em que vivia. O pânico seria o sentimento máximo desse colapso, onde foi necessário desligar todo o seu cérebro, e voltar a atenção para a respiração, onde ,neste caso, a falta de ar, dado pelo desequilíbrio, é muito forte e o sentir da morte, como um passo a frente. Em estado de pânico, o corpo não ouve, o sistema nervoso não entende a ordem verbal, ele necessita do contato de outra pessoa, como a do rapaz, para que ele por onda mental, contato físico, faz com que se crie uma integração magnética ,um campo , onde através do corpo , do toque físico, o sistema nervoso passa a entender e reequilibrar, pelo sentis do outro, voltar a se reorganizar. o Terceiro pint., foi a fuga no carro de bombeiro, onde a dama de vermelho, segurava um arquétipo em suas mãos. Só esse arquétipo do carro, que seria a representação do socorro adiante, de, apagar o fogo, o desequilíbrio , a matéria, onde o nossos olhos já sabem codificar sua importância, com confiança, socorro, equilíbrio, solucionar um problema, por ordem, administrar a situação. Quando nas mãos tinha aquele mecanismo bastão de tecnologia extraterrestre, pode-se ver que o medo no caso, ffoi superado pela necessidade de sobrevivência, de se sair da situação, então, foi usado um acelerador, onde ocorreu na minha sensação , de mudança de estado vibracional ,pela intenção, tornando o carro de bombeiro invisível os olhos humanos, mas, apenas estava em outro estado vibracional, que , permitiu essa mudança da matéria , num estado invisível. Os nossos olhos são sensores de coleta. Em laboratório, se estuda muito as reações dos fatos, pelos movimentos oculares e da íris, ocorre um rastreamento ocular,, através dos estudos da pupilometria. Hoje, existem estudos ,onde, é possível emanar intenções, ordens, direto na retina, que vai ,por frequenciamento, cor e ondas, ao subconsciente. segundo estudos de Stargate, os militares descobriram que o olho físico vê, mas , o nervo óptico carrega as informações e o cérebro interpreta. Por isso as telas de TV,Celulares, etc, como se viu no filme, todos voltados para as telas, esperando as notícias, é como se o olho estivesse se tornado um mouse, onde, este , passa a ser treinado pela máquina.Seu olho é senha e sangue, onde se pode interpretar o fundo da retina, as possibilidades de doenças futuras, como diabetes, pressão alta etc olho hoje, é laboratório. As telas em geral, trazem por combinações fotônicas linguagens subliminares, modulação temporal e cromática, abaixo do liiar consciente, ou seja de nível frequencial, que te induz a um Estado coletivo de intensões determinadas.